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terça-feira, 7 de agosto de 2007

Comunicado número 11 (em Agosto de 2007) e Mensagens recebidas

Mensagem de morador e família do Bairro Renoir II e III:
"Fico feliz em ver os resultados do Movimento. Fiquei mais entusiasmado pelo Movimento depois que soube do resultado do rechaço pela justiça contra a construção das portarias. Parabens a todos!"

domingo, 29 de julho de 2007

MEMÓRIA CURTA? IMPUNIDADE NÃO!

DIRETORIAS CORRUPTAS E INCOMPETENTES...

SÃO CRIANÇAS INOCENTES?
DOENTES?
CULPA DA CHUVA?
NÃO!

PUNIÇÃO SIM!



porque:
INCOMPETENTES ADULTOS DEVEM SER PUNIDOS!


PARA QUE TUDO NÃO SE REPITA!












SAPAR, FALSOS GOVERNOS...FALSOS CONDOMÍNIOS, GOVERNO DE COTIA, GOVERNO DAS EMPRESAS, PRIVILÉGIOS ...VERDES ADMINISTRADORAS....
LAMA!


DISCRIMINAÇÃO,GOVERNO FEDERAL, INFRAERO...


DESPERDÍCIO DO DINHEIRO PÚBLICO, MAIS ADMINISTRADORAS...


FALSA SEGURANÇA,

FALSAS COBRANÇAS, LAVAGEM DE DINHEIRO...

SÓ FACHADA E APARENCIA!



MORTES, PESSOAS PREJUDICADAS... DANOS E PERDAS...

ABUSOS, CORRUPÇÃO, ANAC...

FALTA DE FISCALIZAÇÃO!

APODERAÇÃO ILEGAL DE VIAS E DE ÁREAS PÚBLICAS
SÓ MENTIRA E OBRAS DE FACHADA!
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Movimento RenoirLutero Livre

quinta-feira, 26 de julho de 2007

JARDINISMO não é ECOLOGIA


Manhã de um dia qualquer da semana no Bairro Renoir II e III.
Algumas pessoas deixam suas casas e se dirigem até as Áreas Verdes Públicas do Bairro trazendo pás, enchadas e mudas de plantas.
Estas pessoas alegam que estão “conservando” as Áreas Verdes.
Certo?
Errado?
Estas pessoas estão enganadas!
Porque, em primeiro lugar, todas as Áreas Verdes do Bairro são públicas e comuns e assim ninguém tem mais ou menos direito que ninguém para interferirem nestas Áreas.
Aliás, a Lei proíbe que estas Áreas Públicas sejam alteradas sem projeto e tramites públicos, cabendo a Prefeitura de Cotia coibir e fiscalizar a preservação destas Áreas.
Porque, em segundo lugar, fazer empirismo alegando preservação é ato inútil perante o atual desenvolvimento científico.
Existem técnicas de observação e cuidado com as espécies, tipos de vegetação, espécies animais e ambiente que a simples e equivocada alteração ou interferência sobre estas Áreas torna-se agressão ao invés de preservação.
Portanto, JARDINISMO não é ECOLOGIA!
Antes de interferirem ilegalmente em coisa pública, as pessoas deveriam consultar entidades que legalizassem a verdadeira preservação de Áreas Verdes em Bairros.
Deixar que a vegetação e todo meio ambiente em paz talvez seja melhor que fazer alterações de maneira empírica.
Dr. Ricardo Augusto Salgueiro
Médico
p/ Movimento RenoirLutero Livre

domingo, 22 de julho de 2007

PANCRISE MORAL, PANCAOS, na Aviação, no Bairro Renoir II e III, na Sociedade, nos Governos...

Enquanto eventos esportivos gastam dinheiro público para tentar mascarar a grande poluição de um Rio cada vez menos maravilhoso e obras de fachada escondem a falta de segurança em aeroportos,em obras de trens metropolitanos... em bairros, como no Renoir II e III, tentam fazer portões e pavimentos curtos escondendo a falta de licitação, de documentos e como se fosse normal prevalecer a imoralidade e o lucro das empresas às custas das necessidades básicas, porque deve valer a aparência, o “belo”, o falso “progresso”,a falsa "alegria", o falso “condomínio”.
Em Abril recente, a incompetência e a falta de ordem da Prefeitura de Cotia provocaram lama e barro no bairro Renoir II e III e a associação local dissimula, fugindo da própria culpa.
Dizem que se dane a Lei, a vida das pessoas, a sinceridade, a verdade dos fatos.
Em algum momento, num lapso de tempo, qualquer pessoa inteligente, já se perguntou:
Por que no Brasil está acontecendo, cada vez mais, o que todo Mundo vê?
Os muitos governos não resolvem os problemas nacionais!
O Presidente, de origem popular, parece gritar e “exigir” e passa o tempo e nada de efetivamente consegue de bom mostrando que o povo dócil e de curta memória que ele representa, juntos são figuras que nada valem além dos votos eleitorais.
Caem aviões, morrem pessoas, e tudo fica como sempre ficou, sem soluções.
Sobrevoam nossos ares as vaidades de políticos e pessoais, voam até aviões e tudo cai no esquecimento, até que caia mais um, mais dois, mais dez e morram mais trezentos, quinhentos e depois de tudo só fica o nada da falta de respostas de punição e de soluções.

Por baixo do solo cavam túneis, "valeriodutos" escondidos solapando a superfície de todos.
Prédios são reconstruídos, tinta de parede torna tudo novamente bonito e envidraçado, faz-se novo aeroporto, e tudo fica esquecido. Todos correm em busca de lucros e lucros e falsa valorização de seus imóveis e que se danem o meio ambiente, os direitos das pessoas, o patrimônio público, a Lei.
Queremos: punição!
E respondem: “coitadinhos”, “a culpa da lama foi da chuva”.
Perguntamos: então, barro, lama e morte de pessoas não foram culpa de ninguém?
E respondem: “que fazer?”, “já passou”, “não falem mais deste assunto” ou “vamos esquecer tudo” ou “chega de briga”.
Onde está a Moral, onde está a Ètica?
A mesma falta de Moral e Ética que deveria ter base na célula que são todas as pessoas, todas as famílias,todos os Bairros e todos os Municípios é a mesma falta de Moral e de Ética que assola o Brasil.

Movimento RenoirLutero Livre

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sábado, 14 de julho de 2007

Residencial de CARAS

"Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais do que os outros"
George Orwell, escritor ingles (1890-1954), citado pela Revista CARAS edição 666 ano 13.


A conhecida Revista CARAS tem esta fama, certamente, por divulgar a alta Cultura em citações célebres várias em suas edições.
Bastante ter algum certo conteúdo ou alguma coisa que quite certos valores e assim é possível conseguir acesso ao mundo de CARAS.
Bem provável.
Uma forma de obtenção do prazer de sentir-se especial é preconizado pela famosa Revista e este método, básicamente, é poder isolar-se em uma ilha particular e desfrutar de festas programadas com direito a sessões de fotos.
Da maneira semelhante, pode-se observar que "ilhas" pessoais são necessárias para tal isolamento, proporcionando "prazeres" do sentir-se acima, ou ao menos separado ("apartado"), do resto do mundo, ou no mínimo da vizinhança menos favorecida, onde quem não tem os certos valores estipulados recentemente, na evolução da espécie, fica de fóra.
Residenciais são ilhas em conjunto, em "condomínio", onde algumas pessoas, CARAS, talvez minorias especiais, juntem seus valores e tentem obter prazeres e privilégios especiais, inacessíveis aos outros e outras, caras, mesmo que direitos prévios estes tenham.
E para ser excluído destas "ilhas" basta cair em desgraça e perder os tais valores.

Movimento RenoirLutero Livre
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domingo, 8 de julho de 2007

ÁREAS VERDES PARA TODOS-Plano Diretor da Capital

A Lei Federal ordena que as áreas verdes sejam públicas nos casos de Bairros como no caso do Bairro Renoir II e III em Cotia.
Prova de que a tendência é a preservação e aumento destas áreas e também a destinação pública das mesmas é a redução das áreas dos condomínios verdadeiros obrigando-os a aumentar o índice de verticalização para ocuparem menos espaço de áreas verdes e ao mesmo tempo, evitar a criação de áreas verdes particulares nestes condomínios.
Tal proposta visa o sentido da Lei Federal destinando as áreas verdes a todos e não a minorias abastadas que puderem adquirir imóveis que seriam privilegiados.
A Prefeitura de São Paulo, conforme matéria do Jornal Folha de São Paulo de 08/07/2007, prevê alterações no Plano Diretor do Município para a criação de novos condomínios (verdadeiros), aumentando a a porcentagem de áreas verdes obrigatórias que deverá ser de 15% (quinze por cento) de reserva e, o principal, tal área deverá ficar disponível para a população.
Por outro lado, ocorre o debate oriundo da neurose de segurança que afeta muito as pessoas que adquirem lotes ou moram por aqui também.
Na mesma edição do Jornal Folha de São Paulo, domingo, 08/07/2007, a Revista da Folha publica artigo dos arquitetos e cineastas Marcio Kogan e Isay Weinfeld, alegorizando tal neurose no "edifício guarita" onde a convivencia será feita por interfones e há um canal interno de TV que exibe uma programação variada em preto e branco com o predileto "Corredores da Solidão".
Se a moda pega?
Em alguns BAIRROS de Cotia, transmudados temporariamente em "condomínios paraguaios" já é transmitida programação semelhante, como por exemplo: "Diário do Transito da Capuava", ou o falso-pornô a "A Gaiola do Entra e Sai" e outras, também em preto e branco.

Movimento RenoirLutero Livre
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Comunicado número 10 (2007 Julho)

Comunicado número 10- página 01

Comunicado 10- página 02






domingo, 1 de julho de 2007

MENSAGEM AO MOVIMENTO SOBRE A VERDADEIRA MELHORIA DA BANDA LARGA

Parabens a todos do Movimento RenoirLuteroLivre!!!!
Banda Larga e' realmente muito importante, esse é um passo de grande valor, nos tempos de hoje banda larga é essencial !
Me sinto mais perto apesar dos 12000km que me separa do Brasil.
Fora SAPAR!!

Tanti Auguri !
Saluti al Movimento Renoir LuteroLiver!

Isabel e Paolo- (Italia)

"NOSSO" RESIDENCIAL

"Os ricos não podem mais viver numa ilha rodeada por um mar de pobreza. Nós respiramos, todos, o mesmo ar. Devemos dar a cada um, uma chance, ao menos uma chance fundamental."
Ayrton Senna

Se as diferenças sociais estão mesmo presentes no entorno de nós, a negligencia de governos e mais governos na minimização destas diferenças somente as aumenta a cada dia que passa. Onde estão as chances fundamentais?
Enquanto alguns tentarem excluir outrem cerceando direitos fundamentais, não haverá solução dos problemas.
As pessoas que assim agem, excluindo, sentem-se superiores no TER, no possuir, no poder mandar e poder pagar e poder pisar em outrem, considerando e desejando a existencia da inferioridade na cor mais escura da pele, na preferência sexual, nas condições de vida, de trabalho e de moradia.
Mas, por que tentam excluir e afastar de si os menos favorecidos mesmo sem muitos nada lhes fazerem de mal? Por que resistem e não querem ver os pobres?
Estas pessoas, mais proprietários que outros, aliam-se em idéias e condutas comuns e assim perdem a distinção entre o público e o privado, querendo TER até o que é de todos, vias públicas, áreas públicas, acessos e permissões.
Sempre se dão o sentido de posse, de poder, de poder pagar e comprar qualquer coisa, de poder cobrar e excluir quem lhes é diferente, quem não pertence ao seu grupo de abastados, do seu clube do TER.
Se há algo que lhes seja contrário aos interesses, alegam que Leis são contestáveis e que se um dia assinadas o foram e daí, vale agora o costume, a moda de seus interesses porque se acham bonitos demais para serem contestados.
Seus carros legais são os que valem e são só os que podem passar escondendo por trás de vidros escuros a própria face dos proprietários.
De que fogem? De que se escondem? De que tanto têm medo?
Medo da escuridão? Quem sabe tenham almas pequenas e escurecidas demais para entender as noites e os dias.

Talvez não consigam olhar o céu e ver que todas as estrelas somos nós.
Medo do que acham diferente? Talvez não consigam entender as diferenças.
Medo do pó da terra? Esquecem que do pó vieram e ao pó voltarão.
Medo de semelhantes? Talvez sejam mesmo mais iguais que os outros e queiram sim fugir da visão de si mesmos.

p/ Movimento RenoirLutero Livre
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Declarações de proprietário de lote e de proprietárias/moradoras no Bairro Renoir II e III (em Janeiro e em Junho de 2007):
"...visita registrada do Departamento de Transito ao nosso residencial..."
"...que trabalhe para preservar nosso residencial, principalmente contra vândalos..."
"...não vão melhorar nosso residencial..."

sábado, 30 de junho de 2007

MOVIMENTO CONSEGUE BANDA LARGA DA TELEFONICA

Os moradores do Bairro Renoir II e III podem ter acesso, (livre) a INTERNET via BANDA LARGA da empresa Telefonica-SP.
Após providencias tomadas pelo Movimento RenoirLutero Livre junto a Anatel, Telefonica-SP e Fundação Procon-SP, tudo dentro das Leis e da Cidadania, conseguimos a abertura de instalação deste serviço essencial para todos.
Enquanto isto, a incompetência da Sapar ainda oferece serviço via rádio e mais caro!
Isto é somente mais uma amostra do que o Movimento RenoirLutero Livre pode fazer mesmo de bom para o Bairro.
FÓRA SAPAR!

Saudações Livres!

Dr. Ricardo Augusto Salgueiro p/
Movimento RenoirLutero Livre
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quinta-feira, 28 de junho de 2007

Obra ilegal da SAPAR-Carta de Novembro de 2006

(carta publicada na edição número-444-seção- CARTAS do Jornal d'aqui-1a quinzena de Novembro de 2006)
ESTA CARTA FOI PUBLICADA E NÃO TEVE RESPOSTA!
QUAL É A TRANSPARENCIA DA SAPAR E DO ATUAL GOVERNO DA PREFEITURA DE COTIA QUANDO "FAZ PARCERIAS" ?

Asfalto na Est. do Capuava (Estrada do Lutero)

Em 25/10/2006 recebi uma correspondência da empresa Verde Administradora de Condomínios referente a uma Ata de Assembléia da Associação dos Amigos da Paisagem Renoir, e da qual não sou associada, relatando dentre outras coisas, a intenção desta Associação de pavimentar o trecho inicial da Estrada do Lutero desde a Estrada do Capuava e até a colocação de portões, câmeras e outras parafernálias.A carta cita um orçamento opcional para execução de asfalto no referido trecho sendo que a massa asfaltica seria paga pela tal Associação e que uma pessoa de nome Sr. Alcides, funcionário da Prefeitura de Cotia responsável pela "coordenação de obras da Prefeitura" (SIC), cederia gratuitamente a mão de obra e maquinários para tal pavimentação.Com base em meus direitos previstos em Lei, como cidadã contribuinte, quero questionar a Prefeitura de Cotia, por meio deste poderoso meio de comunicação regional, o seguinte:1 - Qual é o nome completo e qual é a autonomia administrativa deste Sr. Alcides para designar maquinário e mão de obra da Prefeitura de Cotia para obras relacionadas a interesses que envolvem empresas administradoras particulares?2 - Qual a dotação prevista no orçamento anual da Prefeitura de Cotia quanto às despesas oriundas deste uso de maquinário publico e mão de obra do funcionalismo público municipal?3 - Quais são os critérios que o Sr. Alcides utiliza para determinar qual obra será realizada em primeiro lugar em relação a demanda de obras do Município de Cotia?4 - Quais os meios que a Prefeitura de Cotia utiliza para fiscalizar e limitar os custos da utilização de seu maquinário e mão de obra em obras que envolvem interesse particular?
Luciana Conceição I. Giordano


Movimento RenoirLuteroLivre
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sexta-feira, 22 de junho de 2007

Artigo- PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS

por Joimar Menezes
Mestre em Economia Política

As parcerias público-privadas (PPPs) são uma modalidade de engenharia financeira que permite substituir o investimento público em obras de interesse público, especialmente nos casos de infra-estrutura. Cabe destacar que, embora a operação dos serviços públicos possa ser entregue ao setor privado, a responsabilidade pelo serviço público é uma função do Estado, que a delega, sob condições e prazos acordados em um contrato, ao setor privado, juntamente com a obrigação de realização de investimentos previamente definidos. (Giambiagi, 2001, p.427).
As experiências em PPPs mais relevantes e que servem de parâmetro para os casos atuais no mundo todo, foram desenvolvidas no Reino Unido nos anos 1990 dentro do programa Private Finance Iniciative (PFI), cujo objetivo principal era viabilizar projetos por meio do financiamento privado, dado que a capacidade de financiamento do governo britânico foi limitada pelas regras do Tratado de Maastrichit que lançou as bases da atual União Européia.
As PPPs britânicas serviram de modelo para dois países que conseguiram se desenvolver de maneira rápida e sustentável nos últimos anos, Portugal e Chile. A premissa é sempre a mesma: como o Estado tem recursos limitados e como há obras de interesse público a ser realizadas, a participação do setor privado é fundamental para viabilizar estas obras prioritárias para a sociedade como um todo. O interesse do setor privado, além dos benefícios advindos com a obra propriamente dita, reside em diversos aspectos: divulgação de marca, estabelecimento de imagem positiva junto à sociedade, retorno financeiro da utilização da obra (caso dos pedágios em rodovias administradas por consórcios) e afins.
O caso brasileiro é bastante mais recente e ainda carece de marcos regulatórios em diversas áreas, o que dificulta a participação do setor privado de maneira legal e lícita, como deve ser sempre.
A necessidade nacional em utilizar parcerias público-privadas foi exponenciada com a falência (default) do Estado Brasileiro ocorrida na década de 1980, também conhecida como década perdida, dada a absoluta e total incapacidade do setor público em arcar com seus compromissos financeiros e em investir. Na verdade, as causas da crise remontam às décadas de absoluto descaso com as finanças públicas praticado por sucessivos governos populistas que estavam muito mais interessados em angariar apoio dos eleitores com obras cujos critérios de essencialidade estavam sempre em último lugar, se é que eram analisados.
A situação começou a melhorar quando, para conseguir recursos do FMI (Fundo Monetário Internacional), o setor público brasileiro passou a ter que gastar menos e arrecadar mais, obtendo como resultado o superávit primário, pedra angular para a atual política monetária praticada pelo Banco Central. A consolidação e as garantias de perenidade desta nova atitude pública foram consubstanciadas com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF – Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000).
No caso das PPPs, a base jurídica é a Lei Federal de nº 11.079 que foi sancionada em 20 de dezembro de 2004. Como as discussões que precederam a sanção da referida lei foram intensas e com ampla participação da mídia, é comum chamar de PPP algo que não passa de um “favor” do setor público ao setor privado e como, geralmente, são casos sem amparo legal, carecem da salutar e óbvia discussão do que é realmente prioritário nesta relação público-privada. Como o Brasil é uma federação, nenhuma lei estadual ou municipal pode ir contra uma lei da União. Uma leitura simples do texto que ampara a Lei das PPPs e que pode ser empreendida por qualquer cidadão, mesmo os que ainda não concluíram o ensino médio (antigo, bastante antigo “segundo grau”) é suficiente para elucidar qualquer um que age dentro da legalidade. Para ilustrar e terminar o presente texto, destaco um trecho do site do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão acerca da Lei 11.079:
“Entende-se como parceria público-privada um contrato de prestação de serviços de médio e longo prazo (de 5 a 35 anos) firmado pela Administração Pública, cujo valor não seja inferior a vinte milhões de reais, sendo vedada a celebração de contratos que tenham por objeto único o fornecimento de mão-de-obra, equipamentos ou execução de obra pública. Na PPP, a implantação da infra-estrutura necessária para a prestação do serviço contratado pela Administração dependerá de iniciativas de financiamento do setor privado e a remuneração do particular será fixada com base em padrões de performance e será devida somente quando o serviço estiver à disposição do Estado ou dos usuários.”
Para mais informações e orientações legais a respeito do tema, o site do Ministério continua:
“Nesta home page, o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão - MP organiza informações acerca de: normas pertinentes às Parcerias Público-Privadas, leis, decretos, portarias, legislação estadual e internacional; projetos candidatos à implementação pelo Governo Federal sob o novo regime jurídico; notícias elaboradas pela Assessoria de Comunicação do MP e por outros veículos; links para unidades de PPP em outros países e nos estados; eventos organizados pelo Governo Federal e por governos estaduais; bem como algumas referências bibliográficas que contribuem para a compreensão do tema”

Referência bibliográfica:

- Finanças Públicas – Teoria e Prática no Brasil
Fábio Giambiagi, Ana Cláudia Duarte de Além. – 2ª ed. – Rio de Janeiro; Campus, 2001.

www.planejamento.gov.br/ppp/apresentacao.htm

Joimar Menezes
Mestre em Economia Política
(PUC/SP – 2003)
p/ Movimento RenoirLutero Livre
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jcastromenezes@uol.com.br

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sábado, 16 de junho de 2007

PELA TOTAL LEGALIDADE E LIBERDADE


Na manhã do dia 11 de Junho de 2007, mais uma vez reunidos, o Movimento RenoirLutero Livre realizou bem sucedido Ato Público de Cidadania.
A luta contra as ilegalidades tem sido uma de nossas frentes e visa restabelecer a tranquilidade e a Liberdade que todo Cidadão e toda Cidadã de bem quer.
Justiça social e respeito aos direitos individuais e coletivos valem o trabalho e a presença de pessoas cada vez mais unidas no ideal.
A proteção das vias públicas integra esta luta, já que estes bens comuns, mesmo simbolizam o caminho da Liberdade, do deslocamento sem obstáculos, e sem discriminações, igual para todos, ricos e pobres.
Vias públicas são os palcos da realização material do direito constitucional de ir e vir, diário, voluntário, legal, permitindo a integração entre Regiões, Estados, Municípios, Bairros, Vilas, Comunidades e, a principal personagem e finalidade, Gente.
O essencial trajeto do Trabalho necessita da permeabilidade destes caminhos.
Porém, nos dias de hoje querem impor uma tenebrosa noite sobre muitas vias e impedir este direito com cancelas e até portões, desejo consumista e egoísta de minorias.
Depois ainda querem apagar nossas estrelas e nossa lua, com lâmpadas elétricas.
Sem o devido respeito as Leis, sem projeto e sem pesquisa de impactos, querem bloquear nosso solo com ameaça de pavimentos, impedindo a purificação das águas de que todos precisamos, afugentando os animais, superaquecendo nosso ar, erodindo e assoreando áreas mais distantes... E querem fazer tudo isto com aval e a "parceria" de maus governos que usam outro bem público, as Prefeituras, e as estragam, as sujam e depois as abandonam a cada quatro ou oito anos.
O Bairro Paisagem Renoir II e III também tem sido vítima desta ameaça.
Mas, é um raro exemplo de área ainda preservada da total descaracterização e da total perda de direitos que, lutando com legalidade, vamos conseguir salvar.
Agradecemos, com sinceridade, a participação/apoio de moradores e usuários das vias do Bairro, Comunidades vizinhas, Rua Eliza e Bar do Galo, Bairros: Rio Cotia, Jardim Cláudio, Jardim Belizário, Parque Alexandra, Jardim Algarve, Paisagem Renoir I, de entidades como a Avilesp, da valorosa Polícia Militar do Estado de São Paulo e também o atendimento da Delegacia de Polícia Civil da Granja Viana quando do registro de Boletim de Ocorrência sobre os fatos que motivaram nossa Manifestação.

PELA TOTAL LEGALIDADE!

Dr. Ricardo Augusto Salgueiro
Médico
p/ Movimento RenoirLutero Livre

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