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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

É OU NÃO É? SECRETARIO DE SEGURANÇA DE COTIA FICOU EM CIMA DO "MURO"

Em recente matéria publicada no Jornal D’aqui de Cotia, SP, (vide abaixo a transcrição dos trechos), entrevista do Secretário de Segurança do Município de Cotia e seu Relações Públicas, vê-se clara a indefinição dos políticos quanto à constitucionalidade ou não dos “bolsões residenciais”.


Isto vem do fato de pressões existirem, tanto no sentido da crítica aos abusos do fechamento de ruas e também as imoralidades dos favoráveis a tal apoderação de áreas públicas por minorias de moradores e de proprietários.



A nota é que, ficando em “cima do muro”, os dois, o Secretário e seu assessor de Relações Públicas, num determinado ponto das declarações, o “doutor” Nelson, atual Secretário de Segurança Pública de Cotia, diz que é contrário aos “bolsões” que segundo ele “não aumentam a segurança” e que são inconstitucionais.



Porém, mais adiante no texto da matéria, o Relações Públicas Gilberto, contraditoriamente, admite o fechamento de ruas sem saída na forma de “bolsões”.

Ora, se nem entre eles se entendem, quem manda?


A população, principalmente a favorável e a grande maioria de moradores e proprietários nestes “bolsões”, como já sabemos, abandona os CONSEGS, pois pouco se interessa por agir com Cidadania. De outra maneira, preferem a acomodação nos falsos condomínios, a lutar dentro do previsto em Lei.


Assim resta claro e evidente que os políticos rezam pela cartilha de agradar a todos, mas que as pressões contra os “bolsões” são eficazes, perante a inércia dos que ainda são favoráveis!


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O Problema da Segurança
por: Eliane Santos22 de setembro de 2010
Jornal d’aqui Cotia -SP

Bolsões residenciais e a segurança

Questionamos os entrevistados sobre a questão dos bolsões residenciais tão comuns na Granja Viana. A opinião de Dr. Bruno é que esses locais não aumentam a segurança, além de dificultar o direito de ir e vir que está na Constituição.

Gilberto concorda, segundo ele, da maneira como são feitos os carros não passam, mas entram motos e pedestres. “A viatura vai atrás do indivíduo, dá de cara com dois tubos, o cara passa e a viatura não consegue, ele vai embora e a polícia não tem condição de abordá-lo”, explica. Ele acha correto quando é uma rua sem saída e os moradores, de comum acordo, colocam uma guarita para fazer o controle de quem entra e quem sai. Mas não quando são ruas que dão acessos a outras ruas.

Participação da comunidade

Dr. Bruno chama a atenção para a importância da participação da comunidade, que pode relatar as ocorrências à Guarda, através do e-mail segurança@cotia.sp.gov.br. “O importante é que as pessoas tragam para nós as informações”. Na Secretaria há um setor que faz o levantamento dos locais com maior incidência de crimes.

“A partir desse levantamento, o secretário determina os locais em que precisa intensificar o patrulhamento”, complementa Gilberto.
Em vista do grande aumento dos casos de roubos e assaltos, fomos conversar com o secretário de Segurança Pública de Cotia, Dr. Nelson Bruno, e Gilberto Silva, relações públicas da Secretaria.

A importância do Conseg (Conselho Comunitário de Segurança)

Dr. Bruno se preocupa com a baixa participação dos moradores nas reuniões do Conseg e a desvalorização desse órgão oficial. Atualmente na cidade existe apenas o Conseg da Granja Viana e a participação dos moradores é muito pequena “Na última reunião não foi ninguém, é incrível, mas não foi ninguém!”, lamenta. Para ele, não adianta as pessoas reclamarem se não colaboram. Ele faz um apelo para que se criem os Conseg’s do Centro e de Caucaia.

Dr. Bruno explica que além dele, participam das reuniões mensais o delegado titular e o comandante da Polícia Militar. Nas reuniões as pessoas levam informações, críticas e sugestões para os órgãos de segurança.

Gilberto ressalta a importância da organização dos moradores através do Conseg ou da Associação dos moradores, “ao trocarem informações eles vão estar se ajudando e nos ajudando”.

O guarda chama atenção também para que as pessoas tomem cuidado no dia a dia. Não fiquem na porta de casa conversando com o portão aberto, pois se tornam alvos fáceis. Em caso de assalto, esboçar o mínimo de reação possível. Se for abrir a porta do carro ou soltar o cinto de segurança, é preciso avisar antes e deixar as mãos à vista, para que o assaltante perceba que a pessoa não irá reagir. “Estamos trabalhando num projeto para fazer um folder com algumas orientações de como as pessoas devem proceder no dia a dia, evitando ao máximo a possibilidade de furtos, roubos e assaltos”, completa.

É importante também que as pessoas façam Boletim de Ocorrência, em alguns casos pode ser feito pela internet como furto ou perda de documentos. Para outros, é necessário ir até a delegacia. Em Cotia existem três delegacias: na Granja Viana, no Centro e em Caucaia.




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p/ MRLL

domingo, 20 de dezembro de 2009

CÃES IMPEDEM AÇÃO DE BANDIDOS NO FALSO CONDOMÍNIO

Viaturas da Polícia Municipal de Cotia circulando pelo falso condomínio.
A segurança privada não deu conta da pretensa função.
Mais uma vez, coisa apertou e foram obrigados a pedir socorro.
Assaltantes atacaram um caminhão de entregas numa via próxima, e tentaram refúgio no falso condomínio.
Cães de uma propriedade local deram alarme e os bandidos fugiram.

Estas cenas, relatadas como ocorridas em Dezembro de 2009, mostram a fragilidade destas besteiras que chamam de condomínio.
Mostram que, havendo policiamento público, chamado na hora do aperto e da incompetencia, não seriam necessárias empresas particulares nem fechamento de áreas públicas.

A ausência nacional dos governos nas medidas policiais e nas soluções das questões sociais que causam os crimes, é uma das origens da concessão para ocupação precária de Áreas Públicas. Mesmo assim, as atitudes de muita gente deixa ver que há uma complacência das pessoas, também quanto à questão segurança, permitindo e aceitando a colocação de serviços particulares nas áreas públicas. Tal fato é pura confissão e prova do fracasso da gestão da Segurança Pública e da falta de reação da Sociedade na busca de direitos de Cidadania. O fracasso das políticas, tal qual na Saúde Pública, na Escola Pública...também mostra que não dão mais conta da função, porque privatizam muito e se privatiza tudo. Acreditam os favoráveis a tais privatizações precárias, com visão deficiente, que muros, cancelas e guaritas impedirão crimes. Hoje acreditam que áreas públicas cercadas, concedidas a minorias particulares, como no caso de Bairros, e aqui desculpem a necessária e esclarecedora redundância, PÚBLICOS, apelidados de “condomínios”, serão soluções para o problema da insegurança. Vendem esta idéia como sendo salvadora, mas na verdade só engordam os caixas das empresas de serviços de manutenção e segurança privada. E privatizando, cercando, restringindo o acesso e a visão pública, fazem apenas sobrar verbas públicas para conhecidos fins políticos. Meios e fins políticos burladores, muitas vezes, da desejada aplicação pública destas verbas públicas. Parte grande das pessoas, complacentemente, vai deixando entrar estas distorções, ao invés de exigirem as devidas contrapartidas pelos muitos impostos pagos. E hoje em dia, estranhamente, ainda preferem pagar taxas extras mais impostos, somente para serem cercadas e exploradas.

Dr. Ricardo A Salgueiro
p/ MRLL

domingo, 6 de setembro de 2009

CUIDADO - NOS SEUS VIZINHOS PODE ESTAR UM BANDIDO!

A estrutura dos “condomínios” é cada vez mais contestável.
Transito para sair e para chegar em casa, altos custos de taxas, serviços mal prestados...
Cai a cortina de veracidade quanto a alegada forma mágica de pagar extras para associações e empresas particulares para ter "segurança".
Cai a cortina do sonho de consumo dos "condomínios".

De há muito há perda da prestação de serviço público de segurança. O mesmo acontece na Educação e Saúde.

Todavia, as classes menos pobres ou mais abastadas aceitaram o caminho do menor esforço e, sem reclamação, sem luta, sem requererem os direitos de cidadania, admitiram as leis dos falsos “condomínios” que criaram os bolsões “residenciais” como sendo seus redutos de pseudo segurança.

Desde há muito, observa-se que apesar da ocupação destas áreas públicas com restrições ao ir e vir dos moradores, proprietários e demais cidadãos e cidadãs e com imposição de cobranças de taxas extras sob o título de taxas de associação condominial, nada resolveram, pois a segurança não melhorou piorou.

Matérias jornalísticas mostram inclusive a presença de bandos dentro destes mesmos lugares, excluindo da palavra verdade absoluta a diferenciação para “melhor” daqueles que moram ou tem propriedades nestes locais.

ONDE ESTÃO MESMO TODOS OS BANDIDOS?


MATÉRIAS:

Polícia Prende Três e Apreende Cocaína na Grande São Paulo
01/09/2009
Três presos e 259,6 quilos de cocaína apreendidos foi o resultado de três meses de investigações feitas pelo Setor de Investigações Gerais (SIG), da 5ª Delegacia Seccional (zona leste). A droga, que vinha da Bolívia e passava por Mato Grosso do Sul, seria distribuída em São Paulo. A maior parte - cerca de 230 quilos - estava escondida dentro de uma picape Hilux, em um condomínio de classe alta em Cotia, na Grande São Paulo.Era ali que morava o comerciante Luis Carlos Tomei Daher, um dos acusados de liderar o bando. O outro chefe do grupo seria Luciano Leite Borges. Ambos foram presos pelos policiais da Seccional quando se preparavam, segundo o delegado Ítalo Zaccaro Neto, para entregar 34 quilos de cocaína no Jabaquara, na zona sul de São Paulo. Os dois iam passar a droga para Jorge Antônio Libor, gerente do grupo, encarregado da distribuição para os pontos de venda, quando foram abordados. Depois de prendê-los, os policiais revistaram casas em Peruíbe, no Parque Bristol, na zona sul, e em Cotia. Apreenderam quatro carros e um caminhão com fundo falso que era capaz de transportar 500 quilos de cocaína.


Denarc prende comerciante acusado de tráfico de drogas
Domingo, 26 de Novembro de 2006

O Denarc (Departamento de Investigações Sobre Narcóticos) prendeu, na manhã de ontem, o comerciante P.S.P., de 38 anos, procurado por tráfico de drogas. Dono de imóveis e empresas em São Paulo, o comerciante é suspeito de ter enviado um pacote-bomba que matou o pai de um policial, em Americana, há seis anos.Paulo foi preso no Aeroporto de Congonhas, às 8h30, quando chegava de João Pessoa (PB), onde estava morando. Do aeroporto, ele iria para um condomínio localizado na Granja Viana, sua residência na Capital.Os investigadores da 1ª Delegacia do Nape (Núcleo de Apoio e Proteção às Escolas) interceptaram o comerciante na área de desembarque do aeroporto. Ao ser parado, ele apresentou documentos falsos.Depois de interrogado, o comerciante confessou estar usando documentos falsos para continuar foragido, pois possui mandado de prisão expedido pela Justiça da Comarca de Piracicaba por tráfico de drogas.Os investigadores efetuaram buscas em propriedades do acusado, mas não conseguiram localizar a cocaína que estaria com P.S.P. No inquérito que investiga a morte do pai do policial, o comerciante figura como suspeito de envolvimento no crime.
Antônio Carlos Silveira - Assessor de Comunicação do Denarc

MRLL

domingo, 20 de janeiro de 2008

O sonhopesadelo (As "condominianas" - Dura realidade da "família Renoir")








Nas paragens deste “residencial”,
Com muito buraco, sem muro e sem portão
Pensam que são muito importantes,

Seqüestráveis até, de montão
Assim, perdem o próprio tempo
Com muita teimosia e
"masturbação"
Sonhando que são bacanas
Em suas farsas cotidianas


Mas a realidade é que diz:
A vida não é doce para quem acha
Que é uma espécie de “família Diniz”,

E sofrendo do próprio mal
Esta gente se engana
Sem Pão de Açúcar e sem dinheiro,
Comendo barro e poeira o ano inteiro
.
Movimento RenoirLutero Livre
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