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sábado, 12 de fevereiro de 2011

A VERDADEIRA REVOLUÇÃO

A ainda recente revolução popular no Egito nos leva a duas comparações essenciais, pelo menos e por ora.



Uma primeira constatação é que poder nenhum tem duração para sempre, principalmente se ficar afastado do povo, ditatorialmente e tiver origem golpista.


Um segunda ideia está ligada à como se realizam as verdadeiras revoluções.


As mudanças necessárias surgem do povo, da mobilização da grande massa popular, perante situações insustentáveis, injustas, afastadas dos interesses coletivos.
Decisões de pequenos grupos, feitas em gabinetes fechados ou em porções de tribunais e governos, nada conseguem de radical e duradoura modificação no estado das coisas.

As minorias embarcadas e encasteladas no poder , por golpes, influencias escusas, interesses financeiros, acordos espúrios, ocupações vergonhosas tendem a rejeição das massas e seu poder.

No fundo conhecem a verdade histórica do próprio destino que é a inevitável derrota, mais cedo ou mais tarde.

Grupos de conservadores com interesses em pseudo-mudanças evitam, da mesma forma, a ideia e a linha das revoluções das massas.

Pregam a idéia da falsa solução das ocupações e injustiças pelas vias das minorias.

Por quê?

Um dos motivos é que não passam e pseudo-elites com interesses semelhantes aos ilegais ocupadores. Apenas querem redução de seus custos pessoais, pouco se importando com a Ética geral.

Outro motivo é que escondem a intenção de manipularem as decisões, moldando-as aos próprios interesses.



Assim, por trás da cortina de "vítimas" dos ocupadores, escondem a brutal e verdadeira face da discriminação e dos desejos de privilégios excludentes.

As ocupações de Áreas Públicas obtidas por acordos e decretos municipais no Brasil também carecem de revolução da população.

Ao povo o que é do povo.

Nada mais justo, seja no Brasil, seja no Egito...


MRLL

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

ELE PAGA. VOCÊ ACESSARIA?


Prática inserta nos meios políticos, esta é a conduta de seus pares políticos nacionais, acostumados a pagarem e a comprarem tudo, inclusive votos, cabos eleitorais, mil propinas...

Assim, o deputado estadual Kennedy Nunes, de Santa Catarina, na falta de atrativos próprios em sua carreira política, deve achar ser normal e amplamente moral oferecer brindes ou propinas internéticas, para angariar mais frequentadores, seguidores de seu Twitter.

Esta é a moral cada vez mais corrente no meio social, meio este de onde veio e que elegeu o “nobre” deputado Kennedy.

Pagam-se taxas extras, contribuições para custear interesses, necessidades, comodidades, vantagens, privilégios, discriminações...

O poderio econômico vale mais que a capacidade, o esforço, o direito, as realizações...

Vale o que se tem de material, não o que se é de alma e vida.

O Jornal Folha de São Paulo publicou matéria na qual informa como o tal deputado do estado de Santa Catarina paga para ter acessos das pessoas a sua conta no Twitter.

MRLL