segunda-feira, 24 de agosto de 2009
DELEGADO DENUNCIA ABUSOS DOS FILHOS DA CLASSE ABASTADA NOS FALSOS CONDOMÍNIOS
Eles se acham no direito de ocuparem áreas públicas e ainda as chamam de "seus condomínios".
Eles acham que todos os que são diferentes deles são bandidos, principalmente os mais pobres.
Mas, eles deixam seus filhos agirem nestas ruas públicas como delinquentes juvenis, os "pivetes chiques".
Mas, eles não gostam que punam seus filhinhos, pois os filhinhos destes ilegais são "importantes demais" para serem tratados como são tratados de bandidos e pivetes, os pobres!
Abaixo, transcrição da matéria do jornal Cotiatododia, em 23/08/2009.
(Notem o uso incorreto do termo condomínio até mesmo desde o nome do evento citado)
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Fórum dos Condomínios
Menores são responsáveis por 10 infrações por mês nos condomínios
23/08/2009
Da Redação
A cada mês, acontecem 10 crimes cometidos por menores em condomínios e loteamentos fechados de Cotia. A informação foi dada pelo delegado titular de Cotia, José Aparecido Sanches Severo, durante participação no 1º. Fórum de Condomínios e Loteamentos Fechados da Região Oeste, que aconteceu neste sábado (22), no auditório da Faculdade Mario Schenberg, na Granja Viana.
Segundo estatísticas apresentada pelo delegado, só no ano passado, a Delegacia atendeu 124 casos envolvendo menores nos condomínios de Cotia. Destes 47 foram por direção proibida (menores de 18 anos no volante) e 77 por lesões corporais.
Nos primeiros 6 meses deste ano, ocorreram 27 ocorrências envolvendo direção proibida e outras 27 por lesões corporais.
A diferença, segundo o delegado, é que por se tratarem de menores a palavra "crime" não pode ser utilizada, mas sim atos infracionais. Mas o delgado alertou que mesmo dentro dos condomínios é proibido entregar os veículos a menores de idade e os responsáveis estão sujeitos a penas que variam de 3 meses a um ano de detenção.
Severo lembrou aos administradores que as vias dos condomínios também são vias públicas e estão sujeitas às mesmas regras de trânsito comum às demais vias.
LINK:
http://www.cotiatododia.com.br/cta/noticia/noticias.php?id_noticia=1314
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MRLL
domingo, 2 de agosto de 2009
Políticos nota ZERO na Globo - a festa continua - aconteceu em Fevereiro e em Julho
A desocupação das áreas com moradias irregulares e a conseqeunte melhoria da qualidade de vida desta parte da população não interessa a estes governos, pois passa como medida "politicamente inconveniente" e ainda mais, gera custos nos orçamentos com despesas que nem sempre dão retornos satisfatórios aos políticos governantes.
Por este motivo, veem-se favelas disseminadas nas bordas de cidades das Grandes Metrópoles como acontece em Cotia, Município da Grande São Paulo.
O ex-secretário de obras do Cotia na gestão passada é o mesmo atual prefeito de Cotia, (Carlão Camargo), e nada fez para prevenir ou até mesmo resolver os problemas, nem na gestão como secretário, nem na atual como prefeito.
O atual secretário de Meio Ambiente de Cotia é ex-vereador da legislatura antecedente, (Laércio Camargo).
Observem na matéria da Rede Globo que o tal Laércio fala que ainda "vamos" fazer!
A população denunciou o fato a Rede Globo. (http://sptv.globo.com/Jornalismo/SPTV/0,,MUL1250900-16576,00-CHUVAS+DE+JULHO+ALAGAM+E+ISOLAM+BAIRROS.html)
O atual secretário de Obras de Cotia não se manifestou quanto às obras não realizadas desde Janeiro/Fevereiro deste ano, já no mesmo governo.
Com evidente paradoxo, o atual prefeito prometeu como prioridade, na semana próxima passada, obras de pavimentação para atenter a população de classe média da Região da Estrada do Capuava, área de localização do Bairro Paisagem Renoir II e III.
Ainda o atual prefeito vai participar em breve de uma reunião com alegados duzentos (falsos) condomínos de Cotia.
Enquanto isto para a parte menos abastada da população, só enchente e promessas!
MRLL
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Autuação por Crime Ambiental
Estas associações, estas pessoas que pensam que podem tudo porque seriam diferentes de todos nós, demais cidadãos e cidadãs, se enganam.
E nem vergonha parecem ter, pois a mesma polícia que prende bandidos, criminosos, autua os ricos, de certa forma alterando o padrão brasileiro de polícia só incomoda pobres, negros, prostitutas e outras minorias.
Assim entendemos que vale o Movimento.
Parabéns ao amigo Luís Lemos que luta, praticamente sozinho no local, no Muncípio de Nova Lima, Minas Gerais, mas com muito brio e dedicação tem conseguido merecidas vitórias contra a hipocrisia.
Nossas Saudações Livres a Luis Lemos!
vejam mais sobre o assunto: Crime contra a natureza: Quem você pensa que é, “Condomínio” Jardins de Petrópolis?, acessem: www.preservejp.blogspot.com
MRLL
segunda-feira, 22 de junho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
INDIGNAÇÃO POPULAR EM COTIA
No Bairro do Rio Cotia, inconformada com a negligência dos políticos regionais, em específico os de Cotia, a população se expressou com toda razão.
Anos e anos sem passagem digna na ponte sobre o Rio Cotia na Rua Ladislau Retti, até quando uma empresa imobiliária, dentro de seus interesses, arrumou a tal ponte e fez uma passagem eficaz para veículos e também para pedestres .
Bastou isto para que, com justiça, a população constatasse a clara falta de respeito por parte da classe política.
E são os mesmos que estão ainda no poder no Município.
É o ditado popular: “respeita para ser respeitado”.
Respeito não é medo, é respeito.
E pelo andar das coisas, os políticos de Cotia a exemplo dos demais nacionais, não conseguem suscitar nem uma coisa nem outra.
Todo vandalismo é condenável, muito mais contra coisa pública.
Todavia, toda manifestação popular deve ser vista com seriedade e respeito, ainda mais nos dias de inércia e traseiros largos que vivemos.
A depredação do patrimônio popular é sinal claro da falta de EDUCAÇÃO, básica, familiar e escolar e também manifestação de que os limites estão próximos da sua borda.
Desde muito os valores éticos tem-se perdido na Sociedade brasileira, e o que se vê é apenas uma manifestação de má anarquia ou “bagunça”.
Como então esperar que na população não existam partes que em nada consideram a preservação destes valores?
Em graus variados, mães, pais, avós, tios, vizinhos, colegas, chefes, prefeitos, vereadores, presidentes, ministros, professores, muitos e muitas, não passam, não conseguem passar os conceitos éticos de educação para os seres em crescimento.
Assim, ainda durante este mesmo crescimento já aparecem as atitudes hostis, desafiando a ordem social como que devolvendo a esta mesma Sociedade a desordem que aprendem.
De tudo isto devemos tirar lições.
A Escola, particular e a pública, deveria trabalhar o entendimento destes conceitos éticos públicos. Mas se implantado, se vontades estiverem presentes, será um trabalho duro e sem prognóstico ou com prognóstico, agora desfavorável.
Quando professores são agredidos em salas de aula, quando a Escola é agredida, quando a figura social é desrespeitada, a coisa será mesmo difícil.
Origem igual, a ocupação de áreas públicas por associações de particulares também é uma depredação da ética e da coisa pública.
A reintegração das áreas públicas, desta ordem social, será uma grande vitória como exemplo de rumo certo.
OBSERVEM:
Na foto abaixo, do ponto de ônibus nas proximidades da Câmara Municipal de Cotia, além da pichação aparentemente “sem causa”, há a agressão dos cartazes contrariando a “lei cidade limpa” que tirou outdoors, faixas e cartazes das ruas, mas ironicamente, não impediu a colocação de cartazes nas barbas do legislativo local, “representantes do povo” .
Na foto do muro, (Bairro do Rio Cotia-Cotia-SP), mesmo com erro de grafia e conjugação do verbo chulo, há manifesto sentimento de ofensa da população com o abandono, com a negligência traduzida tantas vezes, neste caso na falta de uma ponte eficaz inclusive para pedestres.
Dr. Ricardo A Salgueiro
Médico
sexta-feira, 22 de maio de 2009
A falência dos condomínios
Mais uma criança, inocente vítima dos enganos da classe média brasileira.
Mais uma vida humana perdida pela inútil carência de status social.
Jornal Folha de São Paulo, 22/05/2009Cada vez fica mais clara no Brasil a falência do sistema de “condomínios”.
Por mais fechados que sejam, por mais tecnologia que tenham, por mais caros que custem, não resolvem a "neurose de segurança" de quem adquire imóveis e aceita este regime de morar.
Estou me referindo aos condomínios verdadeiros, pior é a situação dos falsos condomínios, espécie de “rolex falso” que a carência de status social da classe média brasileira achou um dia.
Em ambas as situações, agrava-se a coisa pela inegável conotação elitista destas propriedades e aberrações, excluindo a maior parte da população, criando a estratificação forçada das pessoas.
Isto, logicamente, interessa aos detentores de maior poder aquisitivo, pois podem satisfazer seus egos repletos de desejos de superioridade, orgulho e rejeição sobre quem necessita trabalhar para sobreviver prestando serviços a estas pessoas.
Teorias várias dizem da exacerbação da violência gerada por esta estratificação. Será?
Nos “bolsões” ou falsos condomínios a coisa tem, além da mesma discriminação e humilhação impostas dos condomínios verdadeiros, a hipocrisia, a mentira de chamarem de particulares as áreas públicas.
O caso de Rio Claro prova esta falência.
A Sociedade Brasileira precisa se convencer que sem exigência igualitária do direito constitucional aos serviços públicos em geral, não adiantarão condomínios e outras faláceas parafernalescas para garantias da própria vida.
Dr. Ricardo A Salgueiro
Médico
MRLL
sexta-feira, 1 de maio de 2009
PRIMEIRO DE MAIO E "BOLSÕES" DA DISCRIMINAÇÃO

Trabalhadores informais e formais que vivem das migalhas dos serviços da classe média nos condomínios irregulares da Grande São Paulo, e em outros espalhados pelo Brasil, sofrem com a discriminação, a perda de direitos, a falta de assistência e amparo organizacional de suas categorias.

Cadastros de empregadas domésticas, estacionamentos para prestadores de serviços externos ao "residencial" nas áreas públicas, tão falso como um rolex de barraca do "camelô da esquina, portões e cancelas com passagens mais laterais e diferentes para trabalhadores e moradores...são o quadro da discriminação feita no dantesco inferno criado por políticos municipais nos lugares que antes eram livres para todo o povo.
Diante da ausência dos políticos, os ocupantes do poder público de várias épocas e ocasiões, temos que agir de maneira solidária e cidadã.
Quando o MRLL tramitava a conquista de uma linha ônibus para amparar o direito ao transporte destes trabalhadores na Estrada do Capuava, região da Granja Viana, em Cotia, passando um abaixo assinado entre os moradores e cidadãos em geral, encontrou resistência por parte dos proprietários, moradores de classe média destes falsos condomínios em assinarem o pedido.
Isto mostra o grau de falta de solidariedade e o sentimento de ódio, de péssima origem, que estas pessoas de classe média, grupo de moradores mantém nestes “bolsões” de discriminação.
Muito prováveis resquícios de ditadura elitista, períodos escravocratas, estes sentimentos e atitudes denotam que a Sociedade está muito longe da evolução desejada e que a origem da ocupação irregular de áreas públicas é apenas um dos sintomas de um grande mal que acomete os dias de hoje.
Quantos "renoires", quantas "granjas vianas", quantos "residenciais" há no Brasil?
Dr. Ricardo A Salgueiro
Médico
MRLL
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Defesa Popular
Ajuda no combate aos desmandos e mentiras de classes sociais e governos que estão somente interessados nos próprios benefícios, principalmente se para a obtenção destes benefícios for necessário atropelar os direitos da população.
Esperamos que a organização Defesa Popular não seja mais uma mera associação de "vítimas" que somente visa proteção do próprio bolso de seus associados.
As verdadeiras vítimas dos "falsos condomínios" apoderadores de áreas públicas somos todos nós, a população em geral, que fica impedida quanto ao acesso a seus direitos básicos, principalmente o direito ao acesso e ir e vir em locais públicos ora ocupados por minorias abastadas e discriminadoras.
ACESSE:
www.defesapopular.org
Dr. Ricardo A Salgueiro
p/ MRLL
sexta-feira, 3 de abril de 2009
POLICIA OBRIGA ASSOCIAÇÃO CUMPRIR ACORDO JUDICIAL
FOI MAIS UM ATENTADO CONTRA A LIBERDADE!
FOI MAIS UM ATENTADO CONTRA AS LEIS!
MAS,
O MRLL IMPEDIU E SEMPRE VAI LUTAR CONTRA ESTAS ATITUDES ILEGAIS!
No dia 01/04/2009 por volta de 7hs15min, mais uma das arbitrariedades da associação Sapar gerou mais danos a moradores do Bairro Paisagem Renoir II e III em Cotia
A associação Sapar acha que pode mandar em áreas públicas do Bairro e ainda mais extrapolar as Leis e as decisões judiciais.
Por desorganização desta associação ou por interesse em desrespeitar mesmo as ordens da Justiça, a associação “esqueceu” que em 1999, por meio da então presidente, assinou termo judicial de acordo, (veja abaixo), no sentido de garantia do direito de todos perante a Legislação de não utilizarem os serviços impostos, quase sempre com irregularidades, por esta associação.
Na manhã de 01/04/2009, crianças foram prejudicadas na chegada as atividades escolares; adultos, profissionais liberais, senhores e senhoras, trabalhadores, idem foram prejudicados em suas atividades de trabalho por culpa da desordem e da ilegalidade da associação Sapar promovendo mais uma “chatice” para os moradores e usuários das vias do Bairro.

O Código Penal, ECA – Estatuo da Criança e do Adolescente e Código Cível são algumas das Leis claras quanto a danos causados os direitos de todos.
AVISO AOS INTERESSADOS:
USAR “SELINHO” DA SAPAR, PASSAR SOB A GUARITA MAIOR, PEDIR SERVIÇOS AOS PORTEIROS E FUNCIONÁRIOS DA SAPAR, ETC... CONFIGURA PROVA DE ACEITAÇÃO E DE UTILIZAÇÃO DE SERVIÇOS DA ASSOCIAÇÃO SAPAR.
PORTANTO, É POSSÍVEL CONDENAÇÃO EM OBRIGAÇÃO DE PAGAR NOS PROCESSOS MOVIDOS CONTRA MORADORES
CUIDADO!
VOCÊ PODE ESTAR PRODUZINDO PROVAS A FAVOR DA ASSOCIAÇÃO E CONTRA SI MESMO!
Informações dos porteiros contratados pela Sapar ou pela administradora Verde indicam que havia ordem oriunda da diretoria desta associação no sentido de impedir a saída de moradores e usuários não associados pela lateral externa da guarita maior na Estrada do Lutero, assim confrontando ilegalmente e desafiando o acordo judicial assinado pela própria associação Sapar.
Porém, como sempre no momento necessário, nenhum membro desta diretoria aparece para manifestar-se e assumir as ordens dadas ou dizer mesmo quem mandou fazer o erro.
Em 1999, na passagem de caminhões havia uma corrente colocada ilegalmente pela associação.
Após tal acordo foi substuida pelos moradores não associados por uma cancela acionada por controle remoto, garantindo o livre acesso e o direito de não aceitarmos usar os serviços da associação.
As presenças da Polícia Militar e da Guarda Civil de Cotia, a qual, por Lei a associação Sapar deve obediência quanto a supervisão do “Bolsão”, garantiram a ordem e com instruções aos funcionários da empresa preposta da Sapar, ordenou o cumprimento do termo de acordo judicial e o respeito ao direito de ir e vir de todos em vias públicas.

MRLL
sábado, 21 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Comunicado 26 (em Dezembro de 2008)
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
No Site Granja Viana (Site da Granja) Matéria Sobre Bolsões
Leiam o nosso depoimento mostrando a posição do MRLL quanto a origem e andamentos da absurda ocupação de áreas públicas.
Observe a foto do Bairro (bolsão) Renoir I que é o tal bolsão onde pouca reação existe, da mesma forma que os demais, e por isto se diferencia do Bairro Paisagem Renoir II e III no qual originou-se o MRLL e por isto é o único que tem reação local organizada.
Observe que no depoimento de uma pessoa favorável a Bolsões não há argumentação legal nem ética.
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texto do Site da Granja:
Lei dos bolsões e o direito de ir e vir
Palos Verde (ver foto abaixo)
Nas rodinhas de bate-papo na Granja, nos últimos dias, o assunto da vez diz respeito aos bolsões residenciais. Tem acontecido até casos de agressão, o que está levantando novamente a polêmica: Até onde vai o direito de ir e vir? O que as pessoas que convivem com isso pensam a respeito?A LEI DE BOLSÕES foi criada em 1994 e permite a instalação dos chamados "bolsões residenciais" (que só podem ser implementados em "área com características homogêneas, em que suas vias de circulação se destinam basicamente ao trânsito local - Lei nº 694, de 08 /11/1994).
A instalação dos bolsões é geralmente pedida por uma Associação de Moradores do Bairro. Porém, de uns tempos para cá, muitas coisas erradas começaram a acontecer, desde o não cumprimento do que foi estabelecido na própria Lei (a Lei não permite o simples e total fechamento de ruas), até o uso indiscriminado da cobrança contra proprietários, que mesmo não sendo sócios da Associação que se institui no local, passaram a receber a conta, inclusive com cobrança retroativa...
Esses locais não são condomínios. São loteamentos com ruas e praças - chamadas áreas públicas - onde todos que moram ali já pagam IPTU.
A disseminação indiscriminada de bolsões, onde coloca-se uma cancela e um porteiro, faz com que os moradores comecem a receber boletos de pagamento, o que tem gerado muitas discussões acaloradas.
Hoje, para que se crie um bolsão, pelo menos 50% das pessoas residentes devem assinar o pedido. Mas será que isso realmente representa a vontade da maioria?
Recentemente duvidas foram levantadas a respeito dos progressos alcançados no combate a ocupação de espaços públicos.Decisões do Superior Tribunal de Justiça de 07/05/2007,09/10/2007,08/02/2008 e 25/03/2008 com relatorias de alguns Ministros, são claras o suficiente para garantir seu ganho de causa; além da ação de inconstitucionalidade 1706(ADI) de 09/04/2008, acordão publicado em12/09/2008, que julgou o Supremo Tribunal Federal que associações e administradoras não podem substituir o poder público nessas áreas públicas.
Por conta disso, conversamos com diversas pessoas envolvidas no assunto, e obtivemos algumas informações relevantes.Vejam alguns depoimentos de pessoas de vários bolsões, que convivem diariamente com isso:
Fau Barbosa
Fotos: Ligia Vargas:



1
4
fotos: 1- Bolsão - Vila Viana
2-Bolsão - Palos Verdes3-Bolsão - Renoir I
4- Bolsão - Fazendinha
Depoimento de Ricardo A Salgueiro (Médico) e Luciana Giordano - Paisagem Renoir
Ricardo A Salgueiro (Médico) e Luciana Giordano (MRLL)
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Depoimento Dr. Sergio Cleto do Villa Vianna
A regularização do bolsão do Villa Vianna foi obtida há 8 anos atrás.
A Associação de Proprietários foi criada em 18 de agosto de 1982 e continua ativa até apresente data, sem nenhuma interrupção. É muito importante a sua continuidade, pois com o trabalho da Associação nosso "Condomínio" vem se mantendo em excelente ordem quer no aspecto paisagístico, no aspecto organizacional, segurança e no relacionamento entre os vizinhos, que o torna um dos mais belos da Granja Vianna, valorizando os imóveis e com isso resultando em um "excelente investimento" para os proprietários.
Para o custeio de toda esta estrutura, os moradores e os poucos terrenistas que ainda não se dispuseram a iniciar suas obras, contribuem com valores muito baixos se comparados a qualquer condomínio de imóveis residenciais de pequeno tamanho na cidade de São Paulo e mesmo nas cercanias na Granja Vianna.
Trata-se de um "case" de sucesso e todos os Condomínios vizinhos deveriam tomar como referencial, sem falsa modéstia.
Dr. Sérgio Cleto
13/11/2008
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p/ MRLL
renoirluterolivre@ig.com.br
terça-feira, 11 de novembro de 2008
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Nova Lima, 03 de novembro de 2008
CONDOMÍNIO PREJUDICA DIREITO DE IR E VIR DE CIDADÃOS NOVA-LIMENSES
Dois muros construídos pelo "Condomínio Jardins de Petrópolis" estão dificultando, e até mesmo impedindo, que famílias de cidadãos nova-limenses utilizem uma trilha centenária que serve como passagem para a Sede do município de Nova Lima (ver fotos anexas). Os muros foram construídos pelo condomínio para tentar impedir a passagem de treieiros.
O Bairro Jardins de Petrópolis era uma fazenda que foi loteada e transformou-se em uma região formada por chácaras para lazer e descanso. Mais de 90% dos proprietários são de classe média/média alta de Belo Horizonte, que usufruem da região nos finais de semana.
A trilha faz parte de um caminho que ligava Nova Lima às regiões de Macacos, Itabirito e Ouro Preto, e existe muito antes do Jardins de Petrópolis virar um loteamento. Moradores mais antigos da região afirmam que ela tem a idade de Nova Lima, ou seja, mais de 300 anos. Ela liga também o Jardins de Petrópolis à Fazenda dos Mendes, região do outro lado do Córrego dos Macacos, formada por pequenas propriedades rurais que até hoje não tem energia elétrica, e onde moram famílias de trabalhadores, com crianças, jovens, adultos e idosos.
Essas pessoas utilizam essa trilha para irem à Sede do município, cortando caminho pelo Jardins de Petrópolis. As crianças dessas famílias utilizam-na para virem ao Jardins de Petrópolis pegarem as VANS que as levam para a escola. Seus pais a utilizam para irem vender, montados a cavalo, burrinho, ou a pé, a sua pequena produção agrícola, da sua pequena propriedade rural. São pessoas muito humildes, trabalhadoras e cidadãos nova-limenses nascidos e crescidos, há várias gerações, nessas pequenas propriedades.
Com a construção dos muros na trilha pelo "Condomínio Jardins de Petrópolis", que consideramos ter sido de uma forma arbitrária, todas essas famílias de nova-limenses que a utilizam há décadas, ficaram prejudicadas no seu direito de ir e vir. O condomínio, na sua arrogância, na sua prepotência, se achando com autonomia de Prefeitura, e o pior, tendo como associados pessoas que nem de Nova Lima são, fechou o trilho da noite para o dia, sem dar satisfação aos moradores dos Mendes, às famílias que a utilizam.
Existindo desde os primórdios de Nova Lima, essa trilha servia para os tropeiros levarem seus produtos até as regiões de consumidores, como Itabirito e Ouro Preto. ELA FAZ PARTE DA HÍSTÓRIA DE NOVA LIMA, DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO DO MUNICÍPIO. Ela já virou área de passagem, área de servidão. A trilha também é utilizada por moradores de Nova Lima, e que nos finais de semana com sol e calor, vêm ao bairro aproveitar e banhar nas águas do Córrego dos Macacos.
O secretário do condomínio afirmou que essas famílias, se quiserem, que entrem na Justiça para terem o caminho de volta. Achamos essa declaração irresponsável e também covarde, já que o condomínio sabe que essas pessoas são humildes, e que praticamente não tem condição financeira nem instrução para lutar por seus direitos. O condomínio contratou seguranças particulares para ficarem na trilha, e tivemos notícias que eles estão armados com porretes, com tacos de baiseboll. As pessoas que passam pela trilha ficam constrangidas e com medo.
Existem várias testemunhas, pessoas de 70, 80 anos de idade que viveram e trabalharam na época que o Jardins ainda era uma fazenda, e que já se prontificaram a depor nos órgãos competentes, confirmando a existência, a idade centenária e a importância da trilha para essas famílias. "É um desrespeito e uma injustiça quererem nos impedir, da noite para o dia, de passarmos por um caminho que utilizamos a nossa vida toda" (cidadã nova-limense, moradora da região da Fazenda dos Mendes).
Vimos pedir aos meios de comunicação ajuda para que essas famílias tenham seu direito de ir e vir restabelecidos. A divulgação dessa questão ajudaria muito.
O nosso próximo passo será, caso a passagem na trilha não seja disponibilizada para as famílias que sempre a utilizaram, encaminhar a questão ao Ministério Público e à Justiça.
Atenciosamente,
Luís Eduardo Lemos, cidadão, morador do Bairro Jardins de Petrópolis
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o Jardins de Petrópolis fica em Minas Gerais, Brasil.
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Dr. Ricardo A Salgueiro
p/ MRLL









