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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O DIA DO CONDOMÍNIO DO SACI PERERE BRANCO





Em geral pouco duram, sufocadas pelos interesses outros, porém muito raramente, mas raramente mesmo, vemos, nesta região chamada de Granja Viana, o aparecimento de algumas vozes, mesmo luzes brilhantes, como é o caso da Educadora Conceição Ferreira da Silva.




Atenta ao fato lamentável da crescente incorporação do dia das bruxas nas práticas escolares, esta Senhora manifestou-se, em carta e em artigo ao Jornal d'aqui, concentrando-se no âmbito da Educação Escolar.


Todavia, cabe ressaltar um pouco do que está além do descrito pela Educadora.


O trazer o dia das bruxas para o Brasil a partir da cultura norte-americana é de uma "macaquice" absurda. A cópia brasileira é de uma falta de justificativa sem par.


Para famílias norte-americanas, mais ainda com origem Irlandesa, até é aceitável.




Mas famílias brasileiras, cujas origens nada tem a ver com Irlanda ou Estados Unidos da América e pior, quase somente de classes sociais A e B, somente nos "condomínios", (outra macaquice de cara norte-americana), denota a pobreza cultural de muita gente e, muito pior, mostra clara a rejeição contra elementos presentes na origem e na Cultura Nacional: Sacis, (e os sacis aqui ainda são negros), Mulas Sem Cabeça, Bumba Meu Boi, etc...

Para cúmulo da aberração, só falta o dia do Saci Perere não ser mais negro, nem mulato.

E somente assim, talvez o Saci será aceito dentro de um falso condomínio, que é mais uma mera cópia da cultura norte-americana.

Esta coisa macaqueada não tem nada de ação de graças, nem graça nenhuma, e deve fazer Monteiro Lobato e outros tremerem nos túmulos, pois de semelhante ao Brasil, o dia das bruxas importado só tem mesmo a abóbora nacional.

Quanto aos doces, se as crianças os querem ganhar, esperem o dia de São Cosme e São Damião, muito mais próximo de nós tupiniquins.


Leia o texto da carta e o artigo da Educadora:
http://www.jornaldaqui.com.br/cartas.php?id_carta=1970


MRLL

terça-feira, 7 de setembro de 2010

GRANJA VIANA - UM ABUSO CONTIDO

Quando a população reage a coisa acontece como deve acontecer.

No início de Setembro /2010, dentro daquele manjado princípio da apoderação das áreas públicas sem procurarem reclamar o direito ao policiamento, a Educação, à Saúde, à Ética, etc..., mais um grupo de moradores e proprietários de classe média da Granja Viana, insuflados por um obscuro apresentador de TV, cercaram a Rua Santo Antônio, na mesma região.


Estas pessoas diziam ser vítimas da insegurança, dos assaltos, do medo.

E antes de procurarem questionar políticos locais, comandantes da polícia, agiram com mão grande, construíram um muro fechando a passagem da população.

A Prefeitura autorizou ou fez vistas grossas, isto nunca deixam bem claro.

Mas depois que o povo gritou pelo direito de ir e vir, aí apareceu o sub-prefeito dizendo que não sabia de nada, e mandou tirar o muro.


(fonte /fotos - Cotiatododia)


MRLL

quinta-feira, 25 de março de 2010

MAIS UM! AGORA EM RIBEIRÃO PRETO, JUSTIÇA MANDA DERRUBAR GUARITAS E CANCELAS.

Matéria do Jornal Folha de São Paulo de 24/03/2010 informa sobre mais uma decisão judicial contrária aos interesses das "associações de vizinhos" e seus falsos condomínios.

Não existe condomínio de fato!
Não existe condomínio em bairro!

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Justiça manda Royal Park demolir guarita
TJ deu prazo de 120 dias para retirada de muros do loteamento, que foi transformado em um condomínio fechado

Rotina é de condomínio, com obrigatoriedade de identificação na guarita, muros bloqueando ruas e arame farpado

LEANDRO MARTINS
DA FOLHA RIBEIRÃO

Um acórdão do Tribunal de Justiça determina a desobstrução do acesso a ruas, praças e áreas verdes no loteamento Royal Park, no distrito de Bonfim Paulista, em Ribeirão. A Justiça reconheceu que o local é um loteamento e não um condomínio, e, por isso, as ruas são públicas e devem ser abertas.
A decisão do TJ dá prazo de 120 dias para que a Associação dos Amigos do Royal Park libere a circulação de veículos e pessoas, mas o que se vê no loteamento é a construção de uma nova guarita em seu acesso, bem maior do que a estrutura que existia antes.
Criado como loteamento, o Royal Park começou a ser fechado há cerca de 15 anos, segundo o economista aposentado José Luiz Donegá, 61, um dos moradores contrários à construção dos muros e guaritas. "Eu comprei o terreno aqui há 25 anos e era aberto. Aos poucos, foram fechando."
Segundo ele, além de o fechamento ter barrado o acesso a áreas públicas, como ruas e praças, a associação cobra dos moradores uma taxa de condomínio -cerca de R$ 320 por mês, segundo Donegá. Por se recusar a pagar, ele foi processado. "A área aqui é pública e eu não sou obrigado a ser sócio."
A Folha esteve ontem no bairro e viu que a estrutura é de condomínio, embora a Justiça tenha reconhecido que o empreendimento foi aprovado como loteamento. Na guarita, é preciso se identificar para os seguranças. Dentro do local, os muros bloquearam ruas já asfaltadas e ganharam arame farpado em alguns trechos.
Segundo o promotor da Habitação Antônio Alberto Machado, a decisão do TJ ainda não chegou ao Ministério Público, mas ele disse que vai acompanhar o cumprimento do prazo para abertura das ruas. "Sou autor da ação, então tenho que executar [a sentença]."
A Folha tentou ouvir o presidente da associação do Royal Park, Antônio Sorrentino. Ele foi procurado pelo menos dez vezes por telefone, mas não ligou de volta. Em entrevista anterior, ele disse que o fechamento não tem como objetivo elitizar. "O Estado não tem verbas para dar recursos e segurança para todo mundo. Isso é uma evolução da sociedade."
Em Ribeirão, a Promotoria da Habitação também questiona na Justiça o fechamento de outros loteamentos transformados em condomínios, como o Saint-Gérard e o Itanhangá.
"Agindo sob o manto da paranoia da segurança, muitas associações transformaram, de forma ilegal, loteamentos em condomínios", disse o advogado Roberto Mafulde, diretor jurídico da Defesa Popular, entidade que representa moradores descontentes com o fechamento de loteamentos.
Segundo ele, as associações cobram taxas de forma ilegal, como se fossem condomínios de fato. "Na capital são 5.000 loteamentos nessa situação." 24/03/2010

FOLHA DE SÃO PAULO- 24/03/2010
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MRLL

domingo, 21 de março de 2010

JUIZO DE PIRACICABA-SP PROIBE FECHAMENTO DE ÁREAS PÚBLICAS POR ASSOCIAÇÃO PARTICULAR DE VIZINHOS

Recebemos notícia do nossos amigos do Bairro Jardim Apolo de São José dos Campos, SP, (AMAAPOLO), quanto a mais uma sentença contrária a fechamento de ruas e de áreas públicas por grupos de vizinhos que se dizem "associações de bairros", desta vez em Piracicaba, SP.

Uma Ação Popular, processo TJ 451.01.2008.021217-3, (5ª Vara Cível do Fórum de Piracicaba), conseguiu a sentença.

Acesse o link abaixo e consulte a sentença completa :

http://www.tjsp.jus.br/PortalTJ/

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Processo Santa Rita- Fechamento de Bairro em Piracicaba

Decisão judicial,publicada em 8/03/2010, em anexo, anulando o Decreto Municipal para fechamento do loteamento Santa Rita e derrubada dos muros e pagamento de custas e reposição dos prejuízos causados pelos que assinaram o decreto municipal (Prefeito e secretários) de fechamento do bairro, por sinal são os mesmos que assinaram o do Colinas do Piracicaba, vão ter que rebor os gastos público com a derrubada dos muros e outras custas. Veja que se aplica de forma semelhante ao Colinas. Isso é cidadania, aquele que causa prejuízos ao cidadãos tem que arcar com os custos da sua decisão, e não transferir os custos aos cofres públicos (prefeitura) os atos ilegais.
Saudações,
(Werber) (AMAAPOLO)

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MRLL

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

ALGUMA LUZ NA ESCURIDÃO DE HOJE EM DIA

Sobre pedágio
17 de fevereiro de 2010

Que petulância!
Uma empresa se dá o direito de contrariar o princípio constitucional de ir e vir. Cobra pedágio em uma rodovia construída com dinheiro arrancado da população. Consegue cobrar por quilômetro de rodovia um preço mais caro que o quilômetro de uma passagem da avião em primeira classe.
Refere-se a uma aprovação de 82% para essa cobrança.
Diga quem foi que votou, por favor.
Será que o poder público, o grande responsável por tudo isso teria coragem de pedir a opinião da população ?
É lógico que uma empresa “amiga do rei” pode ter ações em bolsa e outros sinais de riqueza.
Não seriam os nossos “ditadores fiscais” (os políticos que conseguem gastar tudo que pagamos em impostos) que deveriam responder as cartas sobre pedágios ?
Está chegando a hora de cobrarmos taxas para comprar uma guilhotina.

Nelson Teixeira Hirschmann

(Jornal d’aqui - Cotia – Cartas)

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

FALECIMENTO


Na noite desta Terça-feira, dia 13/10/2009, faleceu por motivo de infarto do miocardio, o advogado Nicodemo Sposato Neto, da Avilesp, Associação das Vítimas dos Loteamentos do Estado de São Paulo.


Era morador de Cotia, Bairro Caucaia do Alto e ele mesmo mais uma vítima de uma associação que fechou ruas e "criou" mais um dos falsos condomínios da região, um tal de "Village", na verdade mais um Bairro - Loteamento do Município de Cotia.


O advogado Nicodemo divulgou e centralizou muito a causa dos moradores e proprietários nas cobranças financeiras feitas por estas falsas associações de bairro.
Mas no fundo entendia nossos princípios do MRLL contra a ocupação de áreas públicas.


Apesar das discordâncias que sempre tivemos quanto aos métodos de atuação da Avilesp, mormente quanto a ênfase da associação dele na briga contra cobranças, nós do MRLL lamentamos a passagem do advogado Nicodemo.


A absorção, sem devolução eficaz e incisiva do "veneno dos adversários", foi um fator que causou sua morte.

Na foto, o advogado Nicodemo Sposato Neto no Bairro Paisagem Renoir II e III, em 11/Junho de 2007, quando de nossa vitoriosa manifestação contra a colocação de portões na Estrada do Lutero pela associação local.


Dr. Ricardo A Salgueiro
Médico






segunda-feira, 24 de agosto de 2009

DELEGADO DENUNCIA ABUSOS DOS FILHOS DA CLASSE ABASTADA NOS FALSOS CONDOMÍNIOS

Eles se julgam melhores que outros,
Eles se acham no direito de ocuparem áreas públicas e ainda as chamam de "seus condomínios".
Eles acham que todos os que são diferentes deles são bandidos, principalmente os mais pobres.
Mas, eles deixam seus filhos agirem nestas ruas públicas como delinquentes juvenis, os "pivetes chiques".
Mas, eles não gostam que punam seus filhinhos, pois os filhinhos destes ilegais são "importantes demais" para serem tratados como são tratados de bandidos e pivetes, os pobres!

Abaixo, transcrição da matéria do jornal Cotiatododia, em 23/08/2009.

(Notem o uso incorreto do termo condomínio até mesmo desde o nome do evento citado)

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Fórum dos Condomínios
Menores são responsáveis por 10 infrações por mês nos condomínios
23/08/2009
Da Redação

A cada mês, acontecem 10 crimes cometidos por menores em condomínios e loteamentos fechados de Cotia. A informação foi dada pelo delegado titular de Cotia, José Aparecido Sanches Severo, durante participação no 1º. Fórum de Condomínios e Loteamentos Fechados da Região Oeste, que aconteceu neste sábado (22), no auditório da Faculdade Mario Schenberg, na Granja Viana.
Segundo estatísticas apresentada pelo delegado, só no ano passado, a Delegacia atendeu 124 casos envolvendo menores nos condomínios de Cotia. Destes 47 foram por direção proibida (menores de 18 anos no volante) e 77 por lesões corporais.
Nos primeiros 6 meses deste ano, ocorreram 27 ocorrências envolvendo direção proibida e outras 27 por lesões corporais.
A diferença, segundo o delegado, é que por se tratarem de menores a palavra "crime" não pode ser utilizada, mas sim atos infracionais. Mas o delgado alertou que mesmo dentro dos condomínios é proibido entregar os veículos a menores de idade e os responsáveis estão sujeitos a penas que variam de 3 meses a um ano de detenção.
Severo lembrou aos administradores que as vias dos condomínios também são vias públicas e estão sujeitas às mesmas regras de trânsito comum às demais vias.


LINK:
http://www.cotiatododia.com.br/cta/noticia/noticias.php?id_noticia=1314
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MRLL

domingo, 26 de outubro de 2008

Comunicado 24 (em Agosto / Setembro de 2008)

A SEGUIR, APÓS A PRIMEIRA PÁGINA DO PANFLETO
TEXTO E FOTOS COM ALGUMAS OBSERVAÇÕES
Observações - Recentemente, enquanto este panfleto estava sendo impresso, a associação do Bairro Paisagem Renoir II e III promoveu o asfaltamento de uns 70 metros apenas da Estrada do Lutero no trecho mais próximo a Estrada do Capuava. Só maquiagem, só para aparências do falso "condomínio".

O serviço feito, como todas as obras feitas pela Sapar já estava se desmanchando, (VIDE FOTOS), apenas um mês depois de tido como pronto. Em seguida, foram pintadas algumas faixas de sinalização, tudo dentro do mesmo e único princípio: FANTASIAR - fazer aparentar escondendo a realidade, iludir!







Em Junho de 2007, o MRLL bloqueou obra de pretensão igual, porém obra irregular em área pública.

E pior, obra pretendida pela associação Sapar com o uso ilegal de máquinas da Prefeitura de Cotia e sem documentação correta.
E também bloqueamos a colocação de portões na mesma via pública.

Em Julho de 2007, o MRLL obteve sentença liminar, válida até hoje, impedindo a colocação dos tais portões.


VITÓRIA DO MOVIMENTO RENOIR LUTERO LIVRE

Mais de doze meses depois, a recente obra foi feita, obedientemente, com presença de engenheiro da Prefeitura e Alvará e, mais ainda, provando nossa vitória e demonstrando obediência aos princípios de legalidade e ordem que queremos e fazemos valer, a associação Sapar não colocou e nem vai colocar os portões na Estrada do Lutero.


segunda-feira, 18 de agosto de 2008

PUNIÇÃO GERAL E IRRESTRITA, JÁ!

Recente discussão entre várias opiniões a questão da Lei da Anistia, de 1979, e o perdão “geral e irrestrito”, tanto a torturadores, quanto a terroristas ou não terroristas da época da Ditadura Militar no Brasil.
Hoje, esta discussão surge da intenção de alguns em verem punidos os antigos torturadores, muitos que continuam vivos e volta e meia aparecem na vida de ex-militantes da antiga esquerda brasileira da época.
O perdão, geral e irrestrito, atingiu a extinção de processos contra os militantes de esquerda e outros acusados, justa, injustamente, procedentemente ou não, apagando as possíveis condenações e as alegadas perseguições bem como apagou junto às possibilidades de punição aos operadores e mandantes dos paus-de-arara, choques elétricos, surras, queimaduras genitais e até de alegadas mortes e corpos jogados em alto mar.
Hoje, lutamos contra as pequenas ditaduras de grandes efeitos sociais, como exemplo a daqueles que pretendem nos torturar, tirando nosso sossego de cidadãos contribuintes e sem crimes, todos em tese, em tese repito.
Lutamos contra a ocupação de áreas públicas e a exploração destas mesmas áreas, cedidas por ocupação, à semelhança da “revolução militar de 1964”, pseudo-legalizadas pelas Leis Municipais dos Bolsões que atingem vários Municípios brasileiros.
A meu ver, somos a semelhança, os perseguidos pela ditadura das associações de bairro e pelos interesses das administradoras de condomínios e das especulações imobiliárias enquanto o outro lado, contrário a nós, são a semelhança ou mera coincidência, os militares de outrora, agindo a mão dura e a mão grande, impondo processos justos ou não, procedentes ou não, contra moradores e proprietários.
Hoje, como em 1979, há uma corrente dentre os dois lados, associações e os verdadeiros lutadores contra as associações, que prega o diálogo e a paz, dizendo ser a solução para tudo isto, definitivamente.
Hoje, como em 1979, há até os que se dizem contrários as associações, mas fazem acordos com estas e querem manter a coisa, pois sobrevivem do problema, da mazela e da ferida dos bolsões.
Acho que não podemos incorrer no mesmo erro.
O MRLL, (Movimento RenoirLutero Livre), é criticado pelas próprias e vitoriosas ações e manifestações, tidas como “agressivas”, e pela “dureza” de nossas posições.
Mas a história ensina, guardadas as proporções.
Hoje, vemos o arrependimento dos antigos militantes da esquerda que aceitaram a anistia geral e irrestrita em 1979 e agora vêm que a impunidade não resolveu o problema, não fechou as feridas, de nada serviu como exemplo e querem punição tardia e ilegal contra os torturadores.
A conversa e o diálogo, o acordo a paz aparente da lei/acordo de 1979 só geraram mais impunidade e insatisfação.
Hoje, em analogia, devemos punir os ocupadores de áreas públicas, as associações de cobradores de sobretaxas de pretensa manutenção em áreas públicas, e até mesmo, punir os “Gersons” e suas associações, que se dizem vítimas de outras associações, que se dizem do nosso lado, porém não passam de pretensos espertalhões que usam, gostam dos falsos condomínios e só não querem é pagar.

Dr. Ricardo A Salgueiro
Médico
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