
Na foto, o advogado Nicodemo Sposato Neto no Bairro Paisagem Renoir II e III, em 11/Junho de 2007, quando de nossa vitoriosa manifestação contra a colocação de portões na Estrada do Lutero pela associação local.

MATÉRIAS:
Polícia Prende Três e Apreende Cocaína na Grande São Paulo
01/09/2009
Três presos e 259,6 quilos de cocaína apreendidos foi o resultado de três meses de investigações feitas pelo Setor de Investigações Gerais (SIG), da 5ª Delegacia Seccional (zona leste). A droga, que vinha da Bolívia e passava por Mato Grosso do Sul, seria distribuída em São Paulo. A maior parte - cerca de 230 quilos - estava escondida dentro de uma picape Hilux, em um condomínio de classe alta em Cotia, na Grande São Paulo.Era ali que morava o comerciante Luis Carlos Tomei Daher, um dos acusados de liderar o bando. O outro chefe do grupo seria Luciano Leite Borges. Ambos foram presos pelos policiais da Seccional quando se preparavam, segundo o delegado Ítalo Zaccaro Neto, para entregar 34 quilos de cocaína no Jabaquara, na zona sul de São Paulo. Os dois iam passar a droga para Jorge Antônio Libor, gerente do grupo, encarregado da distribuição para os pontos de venda, quando foram abordados. Depois de prendê-los, os policiais revistaram casas em Peruíbe, no Parque Bristol, na zona sul, e em Cotia. Apreenderam quatro carros e um caminhão com fundo falso que era capaz de transportar 500 quilos de cocaína.
Denarc prende comerciante acusado de tráfico de drogas
Domingo, 26 de Novembro de 2006
O Denarc (Departamento de Investigações Sobre Narcóticos) prendeu, na manhã de ontem, o comerciante P.S.P., de 38 anos, procurado por tráfico de drogas. Dono de imóveis e empresas em São Paulo, o comerciante é suspeito de ter enviado um pacote-bomba que matou o pai de um policial, em Americana, há seis anos.Paulo foi preso no Aeroporto de Congonhas, às 8h30, quando chegava de João Pessoa (PB), onde estava morando. Do aeroporto, ele iria para um condomínio localizado na Granja Viana, sua residência na Capital.Os investigadores da 1ª Delegacia do Nape (Núcleo de Apoio e Proteção às Escolas) interceptaram o comerciante na área de desembarque do aeroporto. Ao ser parado, ele apresentou documentos falsos.Depois de interrogado, o comerciante confessou estar usando documentos falsos para continuar foragido, pois possui mandado de prisão expedido pela Justiça da Comarca de Piracicaba por tráfico de drogas.Os investigadores efetuaram buscas em propriedades do acusado, mas não conseguiram localizar a cocaína que estaria com P.S.P. No inquérito que investiga a morte do pai do policial, o comerciante figura como suspeito de envolvimento no crime.
Antônio Carlos Silveira - Assessor de Comunicação do Denarc
MRLL
Mais uma criança, inocente vítima dos enganos da classe média brasileira.
Mais uma vida humana perdida pela inútil carência de status social.
Jornal Folha de São Paulo, 22/05/2009Cada vez fica mais clara no Brasil a falência do sistema de “condomínios”.
Por mais fechados que sejam, por mais tecnologia que tenham, por mais caros que custem, não resolvem a "neurose de segurança" de quem adquire imóveis e aceita este regime de morar.
Estou me referindo aos condomínios verdadeiros, pior é a situação dos falsos condomínios, espécie de “rolex falso” que a carência de status social da classe média brasileira achou um dia.
Em ambas as situações, agrava-se a coisa pela inegável conotação elitista destas propriedades e aberrações, excluindo a maior parte da população, criando a estratificação forçada das pessoas.
Isto, logicamente, interessa aos detentores de maior poder aquisitivo, pois podem satisfazer seus egos repletos de desejos de superioridade, orgulho e rejeição sobre quem necessita trabalhar para sobreviver prestando serviços a estas pessoas.
Teorias várias dizem da exacerbação da violência gerada por esta estratificação. Será?
Nos “bolsões” ou falsos condomínios a coisa tem, além da mesma discriminação e humilhação impostas dos condomínios verdadeiros, a hipocrisia, a mentira de chamarem de particulares as áreas públicas.
O caso de Rio Claro prova esta falência.
A Sociedade Brasileira precisa se convencer que sem exigência igualitária do direito constitucional aos serviços públicos em geral, não adiantarão condomínios e outras faláceas parafernalescas para garantias da própria vida.
Dr. Ricardo A Salgueiro
Médico
MRLL


MAS,
O MRLL IMPEDIU E SEMPRE VAI LUTAR CONTRA ESTAS ATITUDES ILEGAIS!
No dia 01/04/2009 por volta de 7hs15min, mais uma das arbitrariedades da associação Sapar gerou mais danos a moradores do Bairro Paisagem Renoir II e III em Cotia
A associação Sapar acha que pode mandar em áreas públicas do Bairro e ainda mais extrapolar as Leis e as decisões judiciais.
Por desorganização desta associação ou por interesse em desrespeitar mesmo as ordens da Justiça, a associação “esqueceu” que em 1999, por meio da então presidente, assinou termo judicial de acordo, (veja abaixo), no sentido de garantia do direito de todos perante a Legislação de não utilizarem os serviços impostos, quase sempre com irregularidades, por esta associação.
Na manhã de 01/04/2009, crianças foram prejudicadas na chegada as atividades escolares; adultos, profissionais liberais, senhores e senhoras, trabalhadores, idem foram prejudicados em suas atividades de trabalho por culpa da desordem e da ilegalidade da associação Sapar promovendo mais uma “chatice” para os moradores e usuários das vias do Bairro.

O Código Penal, ECA – Estatuo da Criança e do Adolescente e Código Cível são algumas das Leis claras quanto a danos causados os direitos de todos.
AVISO AOS INTERESSADOS:
USAR “SELINHO” DA SAPAR, PASSAR SOB A GUARITA MAIOR, PEDIR SERVIÇOS AOS PORTEIROS E FUNCIONÁRIOS DA SAPAR, ETC... CONFIGURA PROVA DE ACEITAÇÃO E DE UTILIZAÇÃO DE SERVIÇOS DA ASSOCIAÇÃO SAPAR.
PORTANTO, É POSSÍVEL CONDENAÇÃO EM OBRIGAÇÃO DE PAGAR NOS PROCESSOS MOVIDOS CONTRA MORADORES
CUIDADO!
VOCÊ PODE ESTAR PRODUZINDO PROVAS A FAVOR DA ASSOCIAÇÃO E CONTRA SI MESMO!
Informações dos porteiros contratados pela Sapar ou pela administradora Verde indicam que havia ordem oriunda da diretoria desta associação no sentido de impedir a saída de moradores e usuários não associados pela lateral externa da guarita maior na Estrada do Lutero, assim confrontando ilegalmente e desafiando o acordo judicial assinado pela própria associação Sapar.
Porém, como sempre no momento necessário, nenhum membro desta diretoria aparece para manifestar-se e assumir as ordens dadas ou dizer mesmo quem mandou fazer o erro.
Em 1999, na passagem de caminhões havia uma corrente colocada ilegalmente pela associação.
Após tal acordo foi substuida pelos moradores não associados por uma cancela acionada por controle remoto, garantindo o livre acesso e o direito de não aceitarmos usar os serviços da associação.
As presenças da Polícia Militar e da Guarda Civil de Cotia, a qual, por Lei a associação Sapar deve obediência quanto a supervisão do “Bolsão”, garantiram a ordem e com instruções aos funcionários da empresa preposta da Sapar, ordenou o cumprimento do termo de acordo judicial e o respeito ao direito de ir e vir de todos em vias públicas.

MRLL