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terça-feira, 11 de novembro de 2008

Em Minas Gerais, em Brasília, em São Paulo, no Rio de Janeiro....
alastra-se a epidemia do abuso, da falta de vergonha na cara, da falta de educação, do desrespeito a História e a Lei.
Uns que se acham mais importantes que muitos outros Cidadãos e Cidadãs atacam Áreas Públicas e do alto da própria estupidez e ignorância, convenientes a seus interesses.
E ocupam, excluem, fecham.
Da noite para o dia, um caminho, uma mata, uma Rua ou uma Estrada, a revelia da Lei e da Ordem, no Estado de Direito, passam a ser "condomínio".
COM o DOMÍNIO de ilegais; falsos condomínios de hipócritas.

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Nova Lima, 03 de novembro de 2008


CONDOMÍNIO PREJUDICA DIREITO DE IR E VIR DE CIDADÃOS NOVA-LIMENSES

Dois muros construídos pelo "Condomínio Jardins de Petrópolis" estão dificultando, e até mesmo impedindo, que famílias de cidadãos nova-limenses utilizem uma trilha centenária que serve como passagem para a Sede do município de Nova Lima (ver fotos anexas). Os muros foram construídos pelo condomínio para tentar impedir a passagem de treieiros.

O Bairro Jardins de Petrópolis era uma fazenda que foi loteada e transformou-se em uma região formada por chácaras para lazer e descanso. Mais de 90% dos proprietários são de classe média/média alta de Belo Horizonte, que usufruem da região nos finais de semana.

A trilha faz parte de um caminho que ligava Nova Lima às regiões de Macacos, Itabirito e Ouro Preto, e existe muito antes do Jardins de Petrópolis virar um loteamento. Moradores mais antigos da região afirmam que ela tem a idade de Nova Lima, ou seja, mais de 300 anos. Ela liga também o Jardins de Petrópolis à Fazenda dos Mendes, região do outro lado do Córrego dos Macacos, formada por pequenas propriedades rurais que até hoje não tem energia elétrica, e onde moram famílias de trabalhadores, com crianças, jovens, adultos e idosos.

Essas pessoas utilizam essa trilha para irem à Sede do município, cortando caminho pelo Jardins de Petrópolis. As crianças dessas famílias utilizam-na para virem ao Jardins de Petrópolis pegarem as VANS que as levam para a escola. Seus pais a utilizam para irem vender, montados a cavalo, burrinho, ou a pé, a sua pequena produção agrícola, da sua pequena propriedade rural. São pessoas muito humildes, trabalhadoras e cidadãos nova-limenses nascidos e crescidos, há várias gerações, nessas pequenas propriedades.

Com a construção dos muros na trilha pelo "Condomínio Jardins de Petrópolis", que consideramos ter sido de uma forma arbitrária, todas essas famílias de nova-limenses que a utilizam há décadas, ficaram prejudicadas no seu direito de ir e vir. O condomínio, na sua arrogância, na sua prepotência, se achando com autonomia de Prefeitura, e o pior, tendo como associados pessoas que nem de Nova Lima são, fechou o trilho da noite para o dia, sem dar satisfação aos moradores dos Mendes, às famílias que a utilizam.

Existindo desde os primórdios de Nova Lima, essa trilha servia para os tropeiros levarem seus produtos até as regiões de consumidores, como Itabirito e Ouro Preto. ELA FAZ PARTE DA HÍSTÓRIA DE NOVA LIMA, DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO DO MUNICÍPIO. Ela já virou área de passagem, área de servidão. A trilha também é utilizada por moradores de Nova Lima, e que nos finais de semana com sol e calor, vêm ao bairro aproveitar e banhar nas águas do Córrego dos Macacos.

O secretário do condomínio afirmou que essas famílias, se quiserem, que entrem na Justiça para terem o caminho de volta. Achamos essa declaração irresponsável e também covarde, já que o condomínio sabe que essas pessoas são humildes, e que praticamente não tem condição financeira nem instrução para lutar por seus direitos. O condomínio contratou seguranças particulares para ficarem na trilha, e tivemos notícias que eles estão armados com porretes, com tacos de baiseboll. As pessoas que passam pela trilha ficam constrangidas e com medo.

Existem várias testemunhas, pessoas de 70, 80 anos de idade que viveram e trabalharam na época que o Jardins ainda era uma fazenda, e que já se prontificaram a depor nos órgãos competentes, confirmando a existência, a idade centenária e a importância da trilha para essas famílias. "É um desrespeito e uma injustiça quererem nos impedir, da noite para o dia, de passarmos por um caminho que utilizamos a nossa vida toda" (cidadã nova-limense, moradora da região da Fazenda dos Mendes).

Vimos pedir aos meios de comunicação ajuda para que essas famílias tenham seu direito de ir e vir restabelecidos. A divulgação dessa questão ajudaria muito.

O nosso próximo passo será, caso a passagem na trilha não seja disponibilizada para as famílias que sempre a utilizaram, encaminhar a questão ao Ministério Público e à Justiça.

Atenciosamente,

Luís Eduardo Lemos, cidadão, morador do Bairro Jardins de Petrópolis

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o Jardins de Petrópolis fica em Minas Gerais, Brasil.
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Dr. Ricardo A Salgueiro
p/ MRLL

domingo, 26 de outubro de 2008

Comunicado 24 (em Agosto / Setembro de 2008)

A SEGUIR, APÓS A PRIMEIRA PÁGINA DO PANFLETO
TEXTO E FOTOS COM ALGUMAS OBSERVAÇÕES
Observações - Recentemente, enquanto este panfleto estava sendo impresso, a associação do Bairro Paisagem Renoir II e III promoveu o asfaltamento de uns 70 metros apenas da Estrada do Lutero no trecho mais próximo a Estrada do Capuava. Só maquiagem, só para aparências do falso "condomínio".

O serviço feito, como todas as obras feitas pela Sapar já estava se desmanchando, (VIDE FOTOS), apenas um mês depois de tido como pronto. Em seguida, foram pintadas algumas faixas de sinalização, tudo dentro do mesmo e único princípio: FANTASIAR - fazer aparentar escondendo a realidade, iludir!







Em Junho de 2007, o MRLL bloqueou obra de pretensão igual, porém obra irregular em área pública.

E pior, obra pretendida pela associação Sapar com o uso ilegal de máquinas da Prefeitura de Cotia e sem documentação correta.
E também bloqueamos a colocação de portões na mesma via pública.

Em Julho de 2007, o MRLL obteve sentença liminar, válida até hoje, impedindo a colocação dos tais portões.


VITÓRIA DO MOVIMENTO RENOIR LUTERO LIVRE

Mais de doze meses depois, a recente obra foi feita, obedientemente, com presença de engenheiro da Prefeitura e Alvará e, mais ainda, provando nossa vitória e demonstrando obediência aos princípios de legalidade e ordem que queremos e fazemos valer, a associação Sapar não colocou e nem vai colocar os portões na Estrada do Lutero.


segunda-feira, 6 de outubro de 2008

AS DIFERENÇAS

As relações entre moradores e a especulação imobiliária é quase sempre cheia de atritos e discrepancias injustas.

Por vários fatores, muitos destes evitáveis, a corda ainda arrebenta para o lado de menor poder de compra, imperando o peso do poderio econômico sobre quaisquer interesses humanos.

A seguir, observe nas partes do filme o trabalho do Núcleo de Estudos da Intolerância da USP.











domingo, 7 de setembro de 2008

LINHA DE ONIBUS NA ESTRADA DO CAPUAVA -CONQUISTA DO MRLL E DA POPULAÇÃO (informativo especial em Setembro 2008)

Com a Luta a População vence e consegue
sem a participação de políticos.
Diretamente, sem promessas, sem dívidas...
LIVRE!












SAUDAÇÕES LIVRES!
MRLL

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

PUNIÇÃO GERAL E IRRESTRITA, JÁ!

Recente discussão entre várias opiniões a questão da Lei da Anistia, de 1979, e o perdão “geral e irrestrito”, tanto a torturadores, quanto a terroristas ou não terroristas da época da Ditadura Militar no Brasil.
Hoje, esta discussão surge da intenção de alguns em verem punidos os antigos torturadores, muitos que continuam vivos e volta e meia aparecem na vida de ex-militantes da antiga esquerda brasileira da época.
O perdão, geral e irrestrito, atingiu a extinção de processos contra os militantes de esquerda e outros acusados, justa, injustamente, procedentemente ou não, apagando as possíveis condenações e as alegadas perseguições bem como apagou junto às possibilidades de punição aos operadores e mandantes dos paus-de-arara, choques elétricos, surras, queimaduras genitais e até de alegadas mortes e corpos jogados em alto mar.
Hoje, lutamos contra as pequenas ditaduras de grandes efeitos sociais, como exemplo a daqueles que pretendem nos torturar, tirando nosso sossego de cidadãos contribuintes e sem crimes, todos em tese, em tese repito.
Lutamos contra a ocupação de áreas públicas e a exploração destas mesmas áreas, cedidas por ocupação, à semelhança da “revolução militar de 1964”, pseudo-legalizadas pelas Leis Municipais dos Bolsões que atingem vários Municípios brasileiros.
A meu ver, somos a semelhança, os perseguidos pela ditadura das associações de bairro e pelos interesses das administradoras de condomínios e das especulações imobiliárias enquanto o outro lado, contrário a nós, são a semelhança ou mera coincidência, os militares de outrora, agindo a mão dura e a mão grande, impondo processos justos ou não, procedentes ou não, contra moradores e proprietários.
Hoje, como em 1979, há uma corrente dentre os dois lados, associações e os verdadeiros lutadores contra as associações, que prega o diálogo e a paz, dizendo ser a solução para tudo isto, definitivamente.
Hoje, como em 1979, há até os que se dizem contrários as associações, mas fazem acordos com estas e querem manter a coisa, pois sobrevivem do problema, da mazela e da ferida dos bolsões.
Acho que não podemos incorrer no mesmo erro.
O MRLL, (Movimento RenoirLutero Livre), é criticado pelas próprias e vitoriosas ações e manifestações, tidas como “agressivas”, e pela “dureza” de nossas posições.
Mas a história ensina, guardadas as proporções.
Hoje, vemos o arrependimento dos antigos militantes da esquerda que aceitaram a anistia geral e irrestrita em 1979 e agora vêm que a impunidade não resolveu o problema, não fechou as feridas, de nada serviu como exemplo e querem punição tardia e ilegal contra os torturadores.
A conversa e o diálogo, o acordo a paz aparente da lei/acordo de 1979 só geraram mais impunidade e insatisfação.
Hoje, em analogia, devemos punir os ocupadores de áreas públicas, as associações de cobradores de sobretaxas de pretensa manutenção em áreas públicas, e até mesmo, punir os “Gersons” e suas associações, que se dizem vítimas de outras associações, que se dizem do nosso lado, porém não passam de pretensos espertalhões que usam, gostam dos falsos condomínios e só não querem é pagar.

Dr. Ricardo A Salgueiro
Médico
renoirluterolivre@ig.com.br

sábado, 21 de junho de 2008

Política e Comunidade do Bar do Galo


O Jornal d'aqui publicou uma ação do MRLL em atendimento e observação da condição da Comunidade do Bar do Galo quanto a serviços da Prefeitura de Cotia.
Para os que não conhecem, a Comunidade do Bar do Galo fica no seguimento da Estrada do Capuava e tem divisa com o Bairro Paisagem Renoir II e III.
Uma barreira feita por um muro de blocos de cimento, construído pela associação oficial do Renoir II e III (Sapar), obstrui o transito de carros pela Rua Biritiba Mirim e aumenta o percurso para acesso das pessoas aos demais Bairros e serviços da região.
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texto original do Jornal d'aqui:

O movimento Renoir Lutero Livre agradece ao sr. Vital, que tem uma loja de plantas e serviços de jardinagem na Estrada do Capuava, pelo atendimento a um nosso pedido num ato voluntário e solidário, recolhendo gratuitamente com seu caminhão, restos de capina e poda da região do "bar do galo", esquecida comunidade que tem divisa com o bairro Paisagem Renoir II e III. Este serviço deveria ser feito periodicamente pela prefeitura de Cotia, porém a comunidade somente é lembrada na época de eleições.

Por: Luciana Giordano pelo Movimento Renoir Lutero Livre
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sexta-feira, 6 de junho de 2008

"CAROS VIZINHOS, QUERIDOS VIZINHOS"


As relações pessoais se modificam sempre na evolução dos tempos .
As relações de parentesco são impostas a todos nós, sem qualquer possibilidade de escolha individual. Somos de certa forma obrigados ao relaciomento cordial com todos os nossos parentes, pelo menos até quando crescemos.
Então, somente aqueles que se tornam verdadeiramente crescidos e independentes dão um basta e escolhem um parente ou alguns parentes ou ainda nenhum dos parentes para seu convívio pessoal.
Assunto recente tem sido a constatação da perda da distinção entre o público e o privado, nublado na mistura de patologia psico-social e esperteza de alguns em usar sem pagar, "levando vantagem", "tipo lei de Gerson”.
Fenômenos vários mostram que parte da sociedade passou a considerar muito preferível o relacionamento sem incomodos e sem atritos, custe o que custar, a tentar e resolver de fato e de direito e até mesmo prevenir que aconteçam as questões e problemas.
Mesmo que esta parte tenha que passar por cima das Leis, usam fingir não verem alguma coisa e principalmente tácitamente prefere “não falar" "certas coisas" que incomodem certos interesses. Até prefere “levar na cabeça”, ficar no prejuízo, pagar a escola mais “em conta”, deixar de ter alimentação melhor, etc... para ter como pagar a taxa extra do falso “condomínio” ou a prestação do carro novo, mantendo assim as aparências e satisfazendo as imposições das aparencias, do “convívio” tido como aceitável e certo.
Dentro destes fenômenos observa-se uma dependência estranha que muita gente tenta manter e revela quanto a vizinhança, trazendo para a convivência social atitudes e posturas que somente deveriam ficar na convivência do grupo de parentesco ou familiar, tornando ridículas as manifestações de apreço amoroso e a falta de limite nos convívios sociais.
Uns tem um patético medo “precisar” de alguma coisa que nem sabem bem o que seria, pois assim já foram doutrinados para manterem o ciclo de dependência e um respeito exagerado quanto a sua vizinhança, a ponto de considerarem e intitularem a vizinhança como uma “família”. Mesmo sendo agredidos de inúmeras formas pelos próprios vizinhos, com por exemplo: com cobranças judiciais de algo que não pediram, continuam necessitando infundadamente do “socorro” e da “conversa” futura como os amados vizinhos, mostrando que ainda não são independentes, mostrando que são inseguros, despreparados e fracos perante a Vida, mostrando que ainda não deixaram o sentido restrito do convívio “familiar”.
Alguns, quando apertados pelas diversas circunstâncias e necessidades do dia a dia, transferem em outras pessoas, geralmente de mais idade, (os “senhores” e as “senhoras”, como têm-se referido no colóquio, a idosos e idosas), as figuras materna e paterna, regredindo aleatoriamente, como defesa.
Mas, nesta urgência e carência misturada à incompetência pessoal, nem sabem ou percebem que aqueles em nada são Senhores e Senhoras de si mesmos, não percebem que o idoso aparente “senhor” ou que a idosa a aparente “senhora”, estão às vezes até mais perdidos e são até mais incapazes de ajudarem ou resolverem alguma coisa que eles mesmos, os mais jovens. E terminam caindo até em mais golpes e mais prejuízos.
Meninos e meninas em aparência de homens e mulheres, trazem para o convívio social todas as distorções pessoais de sua educação, impondo por determinados mecanismos, a pretensa aceitação de como sendo o correto aquilo que na verdade é doentio e ilegal. Mimos, fantasias, infantilidades emocionais aparecem nas atitudes.
Esta carência nem sempre pode ser totalmente delimitada como patológica simplesmente ou como misto de patologia e malandragem.

“...eu tava quieto, mexeram comigo, agora....”
(frase de morador quando cobrado de taxas extras impostas por associação de bairro)

O historiador, escritor, sociólogo Sérgio Buarque de Holanda, (1802-1982), criou a expressão “homem cordial” referindo-se ao típico brasileiro caracterizado pela generosidade, paixão pelas coisas, alegria pela vida e hospitalidade.
Porém, o que se observa no dia a dia muitas vezes ultrapassa a cordialidade e torna-se o patético exagero. Esta característica afável beira, por falta de correta avaliação e pelas carências patológicas, a patética bobeira. O brasileiro empresta, toma emprestado, dá tudo de si, às vezes tirando “o leite das crianças”, pagando o que deve e o que não deveria e nem deve mesmo, somente para evitar “ficar mal” com outrem, ou "brigar" se “indispor” com os caros e amados vizinhos. E com estes atos ou com negligencia, volta-se contra quem luta, confundindo lutar com brigar, prejudicando o desejado bem estar Social, afetando o futuro de uma Nação.
O brasileiro basal prefere “ficar quieto” e continuar não reagindo, não lutando continuar não se indispondo com seus vizinhos até quando “mexerem com ele”.
E o ponto do “mexerem com ele” é o limite, o preço, que cada um tem. Pode ser a fome física, do estômago ou do sexo, ou a questão financeira ou o limite no grau de imaturidade e de falta de educação cidadã que tem cada indivíduo que assim fala.
Na verdade, não era para “estar quieto” e sim como adulto e capaz, era para “estar lutando” no possível pela legalidade, pela preservação do direito pessoal e do direito de todos, pela preservação das coisas públicas.
Muitos e diversos são os fatores que levam ao estado atual das coisas no Brasil, mas certamente grande parte da origem das imoralidades vem da falta de maturidade e da falta de luta. Desde o grupo familiar que deve educar e formar o caráter, desde a atitude no Bairro, que é a célula pública do País.

Dr. Ricardo Augusto Salgueiro
Médico
p/ Movimento RenoirLutero Livre
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"Amigos do Movimento RenoirLutero,
Como sempre, mais um excelente texto ("Caros vizinhos, queridos vizinhos").
Ele é o espelho do que acontece aqui na região do Jardins e acho que em muitos outros lugares.
Parabéns mais uma vez e obrigado.
Abraços,
Luís Lemos"

http://www.preservejp.blogspot.com/
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eu acho correto lutarmos pelo Renoir Lutero Livre
Anônimo – 20/06/2008
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terça-feira, 6 de maio de 2008

FAZ DE CONTA...

(FOTO - JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO)

FAZ DE CONTA...
QUE ESTÁ TUDO BEM E QUE NADA ACONTECEU;
FAZ DE CONTA...
QUE O PERIGO NUNCA EXISTIU;
FAZ DE CONTA...
QUE CRIANÇAS NÃO MORRERAM;
FAZ DE CONTA...
QUE A VIOLÊNCIA VEM SÓ DOS POBRES E EXCLUÍDOS;
FAZ DE CONTA...
QUE OS MUROS NUNCA CAEM, SÓ LHES PROTEGEM;
FAZ DE CONTA...
QUE SEUS VIZINHOS SÃO AMIGOS E ÓTIMOS;
FAZ DE CONTA...
QUE ELES NÃO BRIGAM COM VOCE;
FAZ DE CONTA...
QUE ENTÃO, VOCES PREFEREM NÃO BRIGAR COM ELES;
FAZ DE CONTA...
QUE TODO VELHO MERECE RESPEITO E É “SENHOR”;
FAZ DE CONTA...
QUE VOCÊS UM DIA CRESCERAM;
FAZ DE CONTA...
QUE VOCES NÃO TEM MEDO E DEPENDENCIA;
FAZ DE CONTA...
QUE VOCES AGORA SÃO “ECOLÓGICOS”;
FAZ DE CONTA...
QUE NUNCA FOI FEITO O MAL;
FAZ DE CONTA...
QUE OS CAMINHOS SÃO SOMENTE SEUS;
FAZ DE CONTA...
QUE UNS PARTICULARES PODEM DECIDIR O DESTINO DAS ESTRADAS E DAS RUAS;
FAZ DE CONTA...
QUE VOCES TÊM INICIATIVA E SABEM RESOLVER ALGUMA COISA;
FAZ DE CONTA...
QUE SEMPRE FORAM BONS MENINOS E MENINAS;
FAZ DE CONTA...
QUE BAIRRO É “CONDOMÍNIO”;
FAZ DE CONTA...
QUE SERÃO UM DIA UNIDOS EM UMA GRANDE E PIEGAS FAMÍLIA;
FAZ DE CONTA...
QUE A VIDA DE VOCÊS NÃO PASSA DE UMA MASTURBAÇÃO RIDÍCULA;
FAZ DE CONTA...
QUE VOCÊS SÃO RICOS E FELIZES;


É... FAZ, FAÇAM...
MAS FAÇAM DE CONTA...



POIS É ASSIM QUE VOCES NÃO PASSARÃO MESMO DE SOMENTE BONS, COMPORTADOS, OBEDIENTES E INFELIZES MENINOS E MENINAS;


POIS DA GRANDE MENTIRA DEPENDE O SOBREVIVER, CUSTE O QUE CUSTAR;


POIS A GRANDE MENTIRA É A PIOR TAXA QUE PAGAM PARA O QUE ACREDITAM SER A SALVAÇÃO!


A GRANDE MENTIRA É A CARA TAXA QUE LHES COBRAM PARA QUE VOCÊS ALCANÇEM A PRÓPRIA E TOTAL DANAÇÃO!

Dr. Ricardo Augusto Salgueiro - Médico - p/Movimento RenoirLutero Livre

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sábado, 1 de março de 2008

ONDE ESTÁ O SENSO PÚBLICO?



aqui é particular....”

Idoso, (“senhor”), referindo-se ao Bairro Paisagem Renoir II e III em 15/02/2008 por volta de 9horas e 30 minutos quando da correção da denominação da Estrada do Lutero feita pelo Movimento RenoirLutero Livre.

A matéria do Jornal Folha de São Paulo, edição de Sexta-feira 29/02/2008, caderno Cotidiano, página C11 mostra claramente o grau de conceito cidadão que não permitiu ao Prefeito da Cidade de Queimadas-BA distinguir o Privado do que é Público.
Mais faltam a educação e a Educação, e muito, no Brasil de hoje. Este mesmo Brasil 30-40 anos depois do “Milagre Brasileiro” que alardeava ser nosso País um “País do futuro”, futuro talvez previsto pelos governos da época, sem entrar no mérito ou não de terem sido governos militares. Se foi previsto este futuro, o da ignorância, então os militares eram mesmo um bando de sacanas que evitavam dar educação ao povo para que o povo não soubesse o quanto de força de reação e contestação poderia ter tido e tem.
Hoje, um idoso de seus 70-80 anos poderia ter sido um militar da mesma época do “Milagre Brasileiro”. E se não o foi, certamente foi um adulto e cidadão da época, com então 30 ou 40 anos de idade e viveu plenamente, também, os tempos da histórica ditadura militar do Brasil e da América Latina.
E por que não reagiram, ele e outros, naquele momento?
Vários fatores explicam estas atitudes: conservadora, reacionária, autoritária, incorporadora de bens públicos, prepotente, etc... Desde que, ontem e hoje, povo é povo e deve somente obedecer calado, com resquícios de corte monárquica que produz escravidão e subserviência, mantendo a hipócrita ORDEM do "dizer só aquilo que interessa e do jeito que papai mandou" e a danação do povo para o PROGRESSO da Nação.
Hoje, seus filhos reproduzem aquilo numa versão do mesmo modelo básico de prepotência e abuso anti-cidadania, muito provavelmente assim educando seus netos.
Hoje, tratam seus prestadores de serviços como soldados rasos, escravos, uniformizados e obedientes à HIERARQUIA do comando destes que tiveram a sorte de nascer menos pobres ou de não precisarem tanto SERVIR para tentar mal sobreviver.
Hoje, seus filhos e o mesmo “senhor” não conseguem mais distinguir entre o que é PÚBLICO do que é PARTICULAR. E, infelizmente é provavel que seus netos também assim não enxerguem nunca.
Hoje, fazem renascer o autoritarismo da imposição de serviços que dão lucro para empresas, outros e políticos, tudo sem direito de livre escolha, configurando um TOTALITARISMO, (de Direita política da época), militarizado, desde que este método faz uma ocupação forçada e/ou concedida de áreas públicas, com origem em privilégios dados a uma banda social por mero alcaide de mesma estirpe.
Um prefeito que entende, erradamente, que os Bens Públicos são seus, que os funcionários públicos são seus empregados, que as viaturas públicas são seus carros particulares e de sua família, também doa ou empresta áreas públicas à exploração vil e imoral de minorias.
E empresta o que não é dele, conscientemente, inclusive assinando leis municipais e alvarás que oficializam o tal empréstimo.
No Bairro Paisagem Renoir II e III e em muitos outros do Brasil afora, o princípio anti-ético é o mesmo. Abusar do que é Público, principal e paradoxalmente, e se convier, contra o povo!
A solução é implantar por via educacional e por via informativa, agora e desde cedo, os conceitos de distinção, conservação e respeito entre o que PÚBLICO do que é PRIVADO ou PARTICULAR e punir os adultos faltosos dentro da Lei, tenham a idade que tiverem.

Dr. Ricardo Augusto do Carmo Salgueiro
Médico
p/ Movimento RenoirLutero Livre

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